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quinta-feira, 29 de junho de 2017

DIVALDO FRANCO NO PARANÁ - FOZ DO IGUAÇU




















Foz do Iguaçu, 28 de junho de 2017
Divaldo Franco esteve mais uma vez em Foz do Iguaçu. Suas visitas à essa aprazível cidade completaram 49 anos. Dedicado servidor do Cristo, Divaldo supera inúmeras dificuldades para dedicar-se inteiramente ao seu próximo, que o busca com avidez, sedento de luz e de esperança. Aos noventa anos de idade, o Semeador de Estrelas, com seu verbo iluminado, consola e acalenta as almas e os corações sequiosos de amor.
Recebido pelas lideranças espíritas paranaenses, representadas pelo 2º Vice-Presidente da Federação Espírita do Paraná – FEP -, Luiz Henrique da Silva; Laudelino Risso, da 10ª União Regional Espírita/FEP; Vânia Maria de Souza, Conselheira/FEP; e por Ricardo Antonio Xavier Segundo, da 13ª URE, que neste evento encerrou a sua XII Semana Espírita cujo título foi 160 anos de O Livro dos Espíritos: Luz para a Humanidade, Divaldo Franco proferiu empolgante conferência sobre o Cristo Consolador, para um público estimado em 2.500 pessoas, lotando as dependências do auditório do Hotel Recanto Cataratas. Estavam presentes caravanas de diversos Estados, do Paraguai e do Uruguai. Milciades Lezcano, do Paraguai, proferiu a prece inicial.
Esparzindo luzes, Divaldo discorreu sobre diversos acontecimentos que envolveram o Império Romano e Israel, preparando o advento do Cristo entre os homens. Eram dias difíceis, como os de agora. Os interesses de cunho pessoal superavam o coletivo. A História Romana que precedeu a chegada do Messias foi ricamente apresentada, pintando com fidelidade um belo quadro daquela fase histórica. Após mais de 600 anos de guerras, os romanos experimentavam a paz e a justiça. A chegada de Jesus estava sendo preparada.

Incomparável, Jesus palmilhou as terras da Galileia, de Nazaré e outras, ensinando o amor, acolhendo os aflitos, estimulando a mudança de atitudes para com o próximo. Nas palavras do escritor e psicólogo Ernest Renan (1823-1892), foi um homem incomparável, tão extraordinário que dividiu a história da humanidade. A nobre psicanalista alemã Dra. Hanna Wolff classificou Jesus como sendo o maior psicoterapeuta da humanidade. Aquele que dá, enriquece-se, o que recebe somente armazena.
Na atualidade, como no passado, disse o ínclito orador, a humanidade se encontra deprimida. Há, nela, dois tipos de criaturas: a que é ponte e a que é parede. Os que são pontes, aproximam-se uns dos outros, favorecendo-se, permutando, auxiliando, amando. Os do tipo parede são os que somente recebem, permanecendo estagnados, fenecendo. Com esses dois exemplos Divaldo perguntou: - De que lado você está? Ponte ou Parede?
O homem dúlcido que viveu entre os miseráveis optou pelos que sofrem. A dor, disse Divaldo, é a necessidade do progresso antroposociopsicológico do homem. Jesus postulava que a vida deve ter um sentido psicológico. Assim, tanto Viktor Frankl (1905-1997), como Carl Gustav Jung (1875-1961), concluiram que todo o indivíduo deve ter um sentido para viver, um sentido psicológico. Pensadores da antiguidade nunca se referiram ao amor como o fez Jesus.
O maior hino de amor que a humanidade conhece está contido nas Bem-Aventuranças, que tão bem foram completadas, enriquecendo a alma humana, com o hino de louvor à todas as criaturas de Deus, inclusive louvando a irmã morte, destacando o amor incondicional. O homem, sem compreender realmente a Lei Divina, foi estabelecendo condutas para ajustar os seus próprios desvios na expectativa de se furtarem à ação da Lei Natural. Avançando em conhecimento, o homem foi distanciando-se de Deus, no passado e no presente. Sempre que isso ocorre, o sofrimento visita as criaturas criando oportunidades para voltarem a se enquadrarem na lei de amor.
Como o homem nunca ficou ao desamparo, ao experimentar o materialismo, surgiu no decorrer a Doutrina Espírita. Em 18 de abril de 1857 o homem conheceu a Era Nova, a síntese do pensamento filosófico da humanidade. Vinha à lume O Livro dos Espíritos, com um conteúdo indispensável para que o homem possa entrar no reino dos céus. Esse gigante alcança a casa de mais de cem milhões de exemplares vendidos, em português. Ante a evidência dos fatos, muitos materialistas se tornaram espíritas.
Homens de ciência, e a própria ciência em determinados pontos, têm posto de lado conceitos puramente materialistas para adentrarem-se nos postulados espíritas, ou seja, na transcendência do homem. A reencarnação tem sido a grande resposta às indagações antes insolúveis, tornando-se fato inconteste.
Cada indivíduo possui a família de que necessita para a sua evolução. A proposta da Doutrina Espírita é trazer o cristianismo em sua maior pureza e clareza, divulgando o amor, com a presença psicoterapêutica de Jesus que cura e enriquece o indivíduo que ama. Jesus é o modelo e o guia para o homem e para a mulher que estão em crise, transitando para um mundo melhor, possibilitando-os a sorrir, a amar, a ter esperança, permitindo-lhes alcançar a plenitude, que será atingida com ações em favor do próximo, principalmente aos excluídos, aos invisíveis da sociedade, os desvalidos de recursos materiais e morais.
Após recitar o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo Franco foi aplaudido de pé. Foi um gesto de gratidão, de carinho, de amor ao irmão dedicado que tem se doado, inconteste, ao próximo, independente de crença, de posição social, cultural, ou outra adjetivação qualquer. É o semeador do verbo, do amor, da esperança, do exemplo, tendo sempre por divisa o Mestre Nazareno.
Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

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segunda-feira, 19 de junho de 2017

SURPRESAS DA EXISTÊNCIA - DIVALDO FRANCO


Na cidade de Évora, em Portugal, os franciscanos do passado, desejando encontrar um método eficaz para fixar-se nos postulados da imortalidade da alma, construíram uma capela com ossos humanos, especialmente de pessoas que se encontravam sepultadas em volta das igrejas.
Com as alterações naturais do tempo, o recinto que era dedicado a orações, meditação e profundas reflexões, transformou-se em lugar de turismo.
À entrada encontra-se uma frase muito peculiar: Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos.
Surpreendentemente é uma grande verdade e deveríamos, com certa frequência, pensar na realidade que somos: espíritos imortais!
Observamos que a maioria das criaturas humanas, mesmo aquelas que se vinculam a doutrinas religiosas, vivem como se a sua fosse uma existência eterna, fadada ao prazer e às comodidades, como privilégios que merecem.
Para que sejam alcançadas essas metas frívolas dos gozos ligeiros, entregam-se, não poucas vezes, a comportamentos lamentáveis, distantes de todo e qualquer conceito ético-moral, de respeito a si mesmo, à sociedade, à vida.
Enriquecer, adquirir prestígio social e fama, aumentar o orgulho e a ostentação, zombar do bom senso e das condutas retas, parecem constituir objetivos que devem ser alcançados a qualquer custo.
Os desatinos morais e os crimes de toda ordem predominam em nossa cultura, aureolados como normais, tal o cinismo de quem os comete.
Olvidam-se que a morte espreita, e que, a cada momento, todos somos arrancados do mapa existencial, exatamente quando pensamos estar em máxima segurança.
A fatalidade dessas ocorrências nefastas tem afetado o Brasil, numa sucessão de lances dolorosos, nos quais mulheres e homens notáveis, que trabalham e zelam pelo bem, que confiam no destino histórico da nacionalidade, causando impactos terríveis e dores indefiníveis.
Estamos vivendo um desses momentos cruéis com a desencarnação por acidente aéreo do Exmo. Sr. Ministro do Supremo Tribunal Federal, Dr. Teori Zavascki, cuja existência fez-se caracterizar pela honradez e nobreza de caráter.
Essa tragédia dantesca dá-se num momento muito grave no país, quando S. Exa. deveria prosseguir na tarefa nobre a que se dedicava, trabalhando pela dignidade e justiça contra a corrupção de autoridades insensatas e de outros cidadãos criminosos que se locupletaram nos bens públicos e nos valores que poderiam solucionar os graves problemas do país…
Várias hipóteses têm sido levantadas para esclarecer o infausto acontecimento, no entanto, merece considerarmos que nada impede que se manifeste a Justiça Divina, alcançando-nos a todos, cujos ossos estão sendo esperados por aqueles que edificaram a capela portuguesa.
Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 26/01/2017
Achou interessante? Passe um e-mail ou ligue para os  nºs  abaixo e comente, isso é muito importante para a permanência da coluna no referido jornal.
Central Telefônica: (71) 3340-8500
Redação:   (71) 3340 – 8800
Email – opiniao@grupoatarde.com.br
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terça-feira, 13 de junho de 2017

NOVO TEMPO - SONETO DO ESPÍRITO AUTA DE SOUZA POR ADEILSON SALLES







Qual a alegria desse mundo
De tantas dores, magoas e feridas
Almas duelando num pesar profundo
Engastadas entre si, padecentes vidas


Realidade que nos traz o pranto
Numa queda terrível, num abismo
Mas nasce um novo dia, ouço um novo canto
A promessa se cumpriu, chegou o Espiritismo


O Consolador entoa a canção;
Fora da caridade não há salvação
Vem o novo tempo, nasce a nova aurora


Mãos estendidas, corações unidos
Paz e boa vontade, ao homem redimido
É tempo de servir, é a última hora


Auta de Souza (Médium Adeilson Salles)

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segunda-feira, 12 de junho de 2017

AGENDA DE DIVALDO FRANCO- JUNHO 2017





















Acompanhe a agenda do médium e orador espírita Divaldo Franco no mês de junho.
Para ver a agenda doutrinária completa do Centro Espírita Caminho da Redenção - Mansão do Caminho, acesse www.mansaodocaminho.com.br.



segunda-feira, 5 de junho de 2017

DIFICULDADES FINANCEIRAS: POR QUÊ? - MAURÍCIO DE CASTRO


A crise financeira em que o Brasil mergulhou tem levado milhões de pessoas ao desespero. Tem gente que está tendo dificuldades até para pôr o alimento em casa e isso arrasa com o psicológico de mães e pais de família, de estudantes que precisam parar seus cursos, idosos que não conseguem dinheiro suficiente para comprar os medicamentos, pessoas que não possuem o básico para sobreviver com dignidade mesmo não sendo preguiçosas, tendo trabalhado a vida inteira e que, mesmo dispostas ao trabalho, nada conseguem. 

E com isso vem as dívidas inevitáveis que, acrescidas às anteriores, acaba virando bola de neve, muitas vezes levando a um círculo vicioso difícil de sair.

Tenho recebido muitas mensagens no inbox e vários e-mails de pessoas desesperadas, insones, angustiadas, contando suas grandes dificuldades materiais e pedindo que eu lhes indique uma saída.

Os amigos espirituais dizem que esse momento caótico vai passar, que tudo vai se resolver, que nossa economia vai voltar a crescer e que o Brasil entrará novamente no rumo da prosperidade. Mas até lá? O que podemos fazer?

A crise financeira tem causas em crises financeiras de outros países interligados ao nosso e na crise política sem precedentes pela qual passamos. Mas se Deus permitiu que tudo isso acontecesse é porque é para nosso progresso.

Chegou a hora de aprendermos como funcionam as Leis da Prosperidade e colocá-las em prática. A cultura de nosso país tem dois extremos: ou produz o preconceito sobre o dinheiro, demonizando-o e dizendo que não é espiritual, ou valorizando-o excessivamente, o que leva ao materialismo, ao consumismo e ao desperdício. 

Nem um dos dois casos leva a prosperidade. Desvalorizar o dinheiro ou valorizá-lo em excesso mostra que ainda não sabemos lidar com essa energia e é por isso que uma crise dessa nos atinge tão duramente.

Precisamos aprender o que é o dinheiro na essência e como fazer para que seu fluxo abundante venha para nós. Para conseguir o "meio termo" é preciso vencer os preconceitos e começar a estudar as leis da prosperidade. 
Quem as aprende, mesmo diante de uma crise, continua prosperando.

Eu também estou estudando sobre elas, porque, assim como a maioria, passo por revezes financeiros difíceis de lidar. Um tempo estou bem outro estou mal. Estou descobrindo, por meio desse estudo o que é que está causando essa "gangorra" financeira em minha vida.
Se você quiser sair dessa situação, o único caminho é descobrir como a Vida funciona com relação ao dinheiro. Tentar escapar pelos caminhos fáceis da desonestidade, da falta de ética, do roubo, ou viver sonhando com um milagre econômico ou com ganhar na loteria não leva ninguém a lugar nenhum, só a mais fracasso.

Sugiro que você comece a estudar pelo livro "As Leis Dinâmicas da Prosperidade" de Catherine Ponder que é um dos melhores livros sobre o assunto e é também o que estou estudando nesse momento. 

Por pior que você esteja você pode adquirir esse livro ou até lê-lo em PDF pela internet, já que a autora não se importa com isso e até o disponibiliza para ampliar os conhecimentos.

Vamos estudar juntos e fazer da nossa vida uma verdadeira arte de vitória, progresso e sucesso.

Maurício de Castro


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DIVALDO FRANCO NA EUROPA - VALE A PENA AMAR.



Divaldo Franco na Europa

Zurique, Suíça, 04 de junho de 2017
No domingo pela manhã, 04 de junho de 2017, nas instalações do G19 - Stiftung G19 -, em Zürich, na Suíça, teve sequência o seminário com Divaldo Franco, seguindo com o tema Seja Feliz Hoje. 
Este é, sem dúvida, um seminário terapêutico, graças a ampla experiência e o tato psicológico de Divaldo que, com um toque de humor, consegue descontrair, auxiliando o relaxamento, estimulando o bom humor em todos.
O Dr. Juan Danilo Rodríguez, espírita equatoriano, proferindo breves palavras, estabeleceu três itens importantes para a conquista da felicidade: A Paz Interior; O Amor; e O Serviço no bem, que devem ser arquitetados e postos em prática através dos pensamentos e atos, afinal, o mundo que cultivamos é o mundo de nossas ideias. 
As emoções que cada um experimenta são o resultado do percurso realizado por nossas almas ao longo do tempo.
Com maestria, Divaldo Franco iniciou afirmando que Jesus falava de um reino que se encontra dentro das criaturas e, assim, cada qual deverá mergulhar em si mesmo e buscar esse reino que faculta a evolução, o crescimento.
As pessoas O buscavam para a solução dos problemas, sem se darem conta que cada um é o autor dos próprios problemas e que é possível avançar a medida que o indivíduo se ilumina.
Citando os estudos do professor, sociólogo e psiquiatra Mira y Lopez (1896-1964), o dedicado e eficiente orador discorreu sobre os quatro gigantes da alma – medo, ira, e dever, no aspecto negativo, e o amor, de caráter positivo -, e as heranças primitivas, sempre presentes no inconsciente. 
De uma maneira geral, apraz aos indivíduos vivenciar um conflito, um sofrimento, isto é fruto da herança arquetípica, quando o instinto imperava em a criatura humana.
Adentrando-se pelos caminhos da reencarnação, Divaldo explicou que esta é uma oportunidade nova de poder compreender porque a vida apresenta certas situações, construindo a redentora reabilitação diante da vida.
Outro ponto destacado, dando oportunidade a reflexões íntimas, o nobre conferencista discorreu sobre as dificuldades de relacionamentos, onde, muitos, desejam e insistem que o outro se renove, esquecendo-se, porém, que a renovação é pessoal, íntima, intransferível.
Finalizando o profícuo seminário, após dois dias de atividades intensas, o ilustre orador ainda conduziu os presentes em uma visualização terapêutica dirigida, facultando o mergulho, pelo pensamento, nas questões propostas, enriquecendo os presentes com harmonia e paz.
Em gratidão, o público, revigorado pelos excelentes ensinamentos, aplaudiu intensamente o Semeador de Estrelas. 
Após estes dias de intensa convivência fraterna, todos ficaram já pensando no próximo pentecostes, no ano vindouro, ao tempo em que se deliciavam ouvindo a bela música interpretada pelos talentosos Maurício Virgens, barítono, e Flávio Benedito, pianista, sensibilizando as almas ali presentes, despedindo-se, renovando votos de felicidades mútuas.
Em um derradeiro estímulo, Divaldo ainda afirmou: Vale a pena amar.
E, recolhendo-se nas próprias instalações do G19, para refazer-se, o ínclito e amoroso Divaldo Franco foi se preparar para viajar, em 05 de junho, ao próximo destino, a capital da Áustria, Viena. O semeador dedicado, acolhendo o convite do Mestre Nazareno, semeia, semeia...
Texto e fotos: Ênio Medeiros

quinta-feira, 1 de junho de 2017

DIVALDO FRANCO NA EUROPA : PROVAÇÕES DA FÉ


Divaldo Franco na Europa
Roma, Itália, 29 e 30 de maio de 2017
Depois de um profícuo seminário, realizado em dois dias, em Bad Honnef, na Alemanha, Divaldo Franco e aqueles que o acompanham nesta jornada de luzes e de bênçãos, desembarcaram em Roma, na Itália, na tarde de 29 de maio de 2017, sendo recebidos pelos amigos espíritas do GRAK - Gruppo Di Roma Allan Kardec, que os aguardavam no aeroporto, conduzindo-os ao hotel. 
No dia imediato, 30 de maio, terça-feira, Divaldo Franco realizou uma conferência na pequena sede do GRAK, onde se reuniram os participantes dos grupos locais, falando aos corações amigos da seara espírita.
Iniciando a atividade, Divaldo Franco, sempre fidalgo, apresentou aos presentes o seu querido amigo Dr. Juan Danilo Rodríguez, equatoriano de Quito. Dr. Juan destacou as maravilhas que o Espiritismo opera em nossas vidas, e do convite que nos é endereçado, desde antes desta vida, para compartilharmos e vivenciarmos estes conceitos do ser imortal. 
O Espiritismo, bem compreendido e bem vivido, é uma luz que iremos propagar com nossas vivências e conduta cristã, sendo a única doutrina capaz de responder todas as perguntas que temos acerca da vida.
Finalizada a pequena intervenção do Dr. Juan, Divaldo, o semeador da boa nova na atualidade, referindo-se à Roma e à Via Ápia Antiga, uma das principais estradas da antiga Roma, narrou comovente história envolvendo as personagens Lavínia e Hester, esta última vitimada pela paralisia infantil. 
O pai levou-a ao encontro com Jesus, que não a curou, como o mundo espera, ou seja, fazendo-a andar. Porém, mais tarde, após a morte de seu pai, ela iria perceber que apesar de paralítica, sentia-se feliz, levando em consideração que através de Jesus, passou a compreender o sentido da palavra amor.
 Compreendeu que muitos, os que foram curados por Ele, novamente adoeceram gravemente. Hester, no entanto, desperta para a vida, pode auxiliar aos que sofrem, graças à fortuna deixada pelo seu pai, agradecendo à Jesus ter-lhe curado a alma e não o corpo.
Por que será, indagou o ilustre orador, que para amar a Jesus são necessárias algumas provações? Todos temos, afinal, um caminho a percorrer, trazemos as realizações do passado, muitas delas infelizes, que aguardam a devida reparação. Pela reencarnação, cada qual é situado no local apropriado e com as condições a que fez jus.
Divaldo, primando em ser compreendido, facilitando a cada um refletir sobre sua atual condição espiritual, discorreu sobre as quatro estradas psicológicas que levam a criatura humana ao reino de Deus. A da conversão, é a trajetória do apóstolo dos gentios, convertido em Damasco. O converso não se deixa abalar. 
Outro caminho leva na direção da solidariedade, onde o exemplo fidedigno é encontrado na parábola do bom Samaritano. Magistral, como sempre, Divaldo emoldurou as passagens e paisagens de uma forma tão viva, tão real, que dava a impressão de estarmos diante da cena.
A próxima estrada que deve ser percorrida é a do sacrifício, asseverando que mesmo nos dias atuais, o cristão que não se sacrifica é como flor sem perfume, embora possuindo aparência, é somente um adorno. 
E por fim, a do acompanhamento, que figurativamente Divaldo comparou a um doente em recuperação, que não pode ficar só. Assim, estabeleceu um paralelo com aqueles que buscam a Doutrina Espirita, nas sociedades espíritas. Eles necessitam de acompanhamento, de explicações, de paciência.
Destacando a figura do inolvidável Mestre Jesus, Divaldo asseverou que a cruz é como um punhal cravado na terra, e a morte na cruz, de braços abertos, é para afagar as nossas aflições, é a nossa ponte entre a terra e Deus. As quatro estradas do Evangelho devem ser percorridas pelos cristãos. Em qual estrada, afinal, nós estamos? Qual delas já percorremos? Indagou o querido orador, buscando fazer com que cada um dos presentes se questionasse a respeito, evidenciando a importância, em nossas vidas, desta Doutrina que esclarece e consola.
Ao finalizar a atual existência, esclareceu, cada qual deve manter-se confiante, sem temor, pois o Espiritismo é Jesus de volta. Voltemo-nos para este doce amigo e nunca estaremos sós. Traçando uma rota segura, Divaldo incentivou a marchar sem temor, amando e tornando aquela sala em que se encontravam em um templo de amor.
O Espiritismo é o Consolador, não é o Solucionador. Cada um, por sua vez, deve realizar as ações libertadoras, com a certeza da imortalidade redentora. Somos amados, busquemos os benfeitores, sem temores e com confiança diante dos sofrimentos e dos desafios.
Intimamente tocados pelas palavras de orientação e estimulo, os felizes participantes desse encontro de bênçãos, refaziam-se visivelmente. O evento, comparativamente, foi como dar água fresca aos viajores do deserto, todos retornaram, certamente, reabastecidos com o fraterno congraçamento.
Texto e fotos: Ênio Medeiros