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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Rossandro Klinjey no Rio de Janeiro

IX Congresso Brasileiro de Magistrados Espíritas

O IX Congresso Brasileiro de Magistrados Espíritas, será realizado pela ABRAME (Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas) nos dias 28 a 30 de setembro de 2017, na cidade do Rio de Janeiro-RJ.

ROSSANDRO KLINJEY – Justiça e Perdão
ABERTURA – 28.09.2017 - 18:00 h

A entrada para o primeiro dia é livre não há necessidade de inscrição.

LOCAL: AUDITÓRIO ANTÔNIO CARLOS AMORIM / ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – EMERJ – FICA NO 4ºANDAR

Rua Dom Manuel, S/N – Centro
Acesso pelos elevadores e depois se caminha por dentro do TJ até o auditório.
Tem acesso também pela Av. Presidente Antônio Carlos - Acesso ao auditório pela rampa até o 4º andar. Ao final da rampa no 4º andar virar à direita.

O auditório fica no Tribunal de Justiça.




quinta-feira, 21 de setembro de 2017

terça-feira, 19 de setembro de 2017

ROTEIRO ADEILSON SALLES EM CANELA - RS





















Adeilson Salles realizará um roteiro de palestras na cidade de Canela, no Rio Grande do Sul no período de 22/09 à 26/09. 

Confira a programação abaixo:



quinta-feira, 14 de setembro de 2017

3º MOVIMENTO VOCÊ E A PAZ EM SÃO PAULO

Dia 08 de Outubro (domingo), às 18h acontecerá o
3º MOVIMENTO VOCÊ E A PAZ EM SÃO PAULO.
Vamos juntos celebrar a paz com Divaldo Franco e convidados.Local: Auditório Ibirapuera - Platéia externa.
Acesso para pedestres Portão 10.




Venha com uma peça de roupa branca.



terça-feira, 29 de agosto de 2017

DIVALDO FRANCO NO RIO GRANDE DO SUL - PASSO FUNDO


Divaldo Franco no Rio Grande do Sul - Passo Fundo - 28 de agosto 2017
Retornando mais uma vez à Passo Fundo, Divaldo Franco proferiu uma conferência pública no Centro de Eventos da Universidade de Passo Fundo. No espaço de tempo dedicado aos autógrafos, o lídimo trabalhador do Cristo concedeu breves entrevistas para diversos órgãos de comunicação social de Passo Fundo e região. A Prece de São Francisco cantada e tocada ao violão, asserenou o público, bastante disciplinado, dando início ao magnífico evento que reuniu em torno de 7.000 mil pessoas, acomodadas em ambientes internos e externos.
O Dr. Juan Danilo Rodríguez, de Quito, no Equador, espírita, querido amigo de Divaldo, profissional da área de saúde, fundou a primeira instituição espírita de Quito, o Centro Espírita Francisco de Assis, sendo seu atual presidente. Também é o fundador de uma instituição para tratamento da síndrome autista. Neste seguimento escreveu o livro Alliyana, abordando o tratamento aos portadores de autismo. Dr. Juan, em breves palavras, destacou que a língua do Espiritismo é o amor e a caridade. Tomado por esses sentimentos, dedica-se, há 17 anos, a auxiliar, estendo as mãos do conhecimento aos necessitados. Certo dia uma mentora incentivou-o a estudar o português, preparando-se para melhor auxiliar e se fazer compreender. O Espiritismo, disse, propicia tantas alegrias e felicidades. Para fruí-las será necessário abrir o coração.
Fernando Carlos Bicca, líder do movimento espírita regional e coordenador do evento, destacou sentir imensa alegria, saudando os presentes e aos internautas que acompanham o evento virtualmente. Enaltecendo os feitos de Divaldo em favor dos homens, frisou que o Semeador de Estrelas tem contribuindo grandemente para a melhoria do planeta, melhorando as criaturas humanas, tornando-as mais dignas, mais justas, honradas, éticas, amorosas. Passo Fundo o recebe com carinho e amor.

Chamado à tribuna, Divaldo Franco, ícone do Espiritismo na atualidade, sensibilizado, agradeceu as referências elogiosas a ele dirigidas, dizendo que havia aprendido a amar Passo Fundo desde que a visitou pela primeira vez há mais de 50 anos.
“Se um único homem atingir o mais alto grau de amor, será suficiente para neutralizar o ódio de milhões” (Mohandas Karamchand Gandhi), assim, começou a excelente conferência espírita. Incomparável, Gandhi mudou o conceito de paz entre as criaturas humanas.
Apoiando-se na obra “Perdão Radical, de Brian Zahnd, o conferencista narrou a história vivida por Simon Wiesenthal (31 Dez 1908 - 20 Set 2005), sobrevivente de campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, autor do livro Os Girassóis.
Estando no campo de Mauthausen, durante a Segunda Guerra Mundial, foi procurado por uma enfermeira que o levou a visitar um soldado alemão gravemente enfermo e que desejava falar com um judeu, pedir-lhe perdão. Karl Silberbauer, da Gestapo, já em seus últimos dias, implorou o perdão de Simon. Karl, tinha sido educado no cristianismo. Fascinou-se pelo discurso de Hitler, ingressando na juventude hitlerista, passando mais tarde a integrar a Gestapo. Nesta condição havia cometido vários atos de barbárie. Estava arrependido em seu leito de morte, havia sido ferido, agonizava.
No diálogo com Wiesenthal, Karl procurou se certificar que o seu visitante era realmente judeu. Convencido, solicitou dois favores, um era dizer a sua mãe que estava arrependido e que morrera cristão, relegando o nazismo, outro era ser perdoado por um judeu, levando em conta as atrocidades que cometera. Wiesenthal cumpriu o primeiro, já o segundo sentia-se incapaz de perdoar. Se fosse você, perdoaria? Perguntou Divaldo ao público, levando a uma reflexão sobre o perdão.
O grande desafio da criatura humana é a própria criatura humana. Interpretar a sua realidade é a proposta do pensamento filosófico. Ela não encontrou ainda a sua plenitude, a felicidade. Não logrou porque não teve a coragem de fazer a viagem interior em uma tentativa eficaz para autodescobrir-se, utilizando-se do amor, compreendendo que é um ser específico.
Apoiando-se nos estudos de George Gurdjieff e de seu discípulo Peter Ouspensky, Divaldo Franco, com seu verbo iluminado, discorreu sobre os quatros níveis de consciência do ser humano. De acordo com Peter Ouspensky, o ser humano pode ser catalogado em quatro níveis de consciência. Consciência de sono é o primeiro nível. Neste está a grande maioria, com raras exceções. É o estágio primário na escala de evolução. Ouspensky afirmou que pelas reencarnações o indivíduo vai adquirindo conhecimento e despertando a consciência. O segundo nível é o de consciência desperta. A criatura humana alcança o discernimento, dá-se conta que sua existência tem um significado psicológico. Consciência de si mesmo é o terceiro nível estabelecido por Ouspensky. Neste nível o autor apresenta as funções da máquina – o ser humano. A primeira função é a intelectiva. A segunda é a emocional. Na ordem estão as funções instintiva, motora e sexual. A sexta função é a emotiva superior e a intelectiva superior é a sétima. Estas funções devem ser administradas por essa consciência de si mesmo. Peter Ouspensky denominou o quarto nível como o de consciência objetiva, e que Allan Kardec chamou de consciência cósmica. O espiritismo conduz a criatura humana a ter vida em abundância, revelando com ênfase Jesus Cristo.
Utilizando-se de técnicas para que o público se descontraísse, Divaldo conduziu-os para o riso, uma verdadeira terapia de enriquecimento humano, elevando o padrão vibratório, destacando a certeza na imortalidade da alma, seu crescimento com o emprego do perdão, abandonando o ódio, a raiva, tornando-se amoroso, fraterno e caridoso. Deixar de viver na angústia, adotar a alegria de viver com amor, dando ao outro o direito de ser como deseja, é tarefa que se impõe.
Jesus disse ser a luz do mundo. Para viver nele e na luz será necessário realizar o exercício da solidariedade, servindo e amando sempre. Vale a pena amar, vale a pena perdoar. Finalizando o profícuo trabalho com o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo foi aplaudido de pé, demoradamente. Envoltos em vibrações de amor e profundo sentimento de servir, todos saíram levando em seus corações a esperança em dias melhores, compreendendo que são os construtores da era nova, a era do amor.

Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke


Mais sobre Divaldo Franco:


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

LIVRO: "PENSAMENTOS QUE AJUDAM" É DESTAQUE NA REVISTA TRIBUNA DA MAGISTRATURA





















O livro "Pensamentos que Ajudam" do autor e palestrante José Carlos De Lucca foi destaque na coluna Estante Jurídica da revista "Tribuna da Magistratura" do mês de Julho. Confira a matéria abaixo:


PENSAMENTOS QUE AJUDAM
Autor: José Carlos de Lucca
Editora: Interlítera
Acabei de receber mais um livro do nosso caríssimo colega José Carlos de Lucca, livro que se
destina a todos nós, com inspirações de paz, saúde e felicidade para nossa vida, segundo entende
o nobre e querido autor.

O livro tem 247 páginas, contendo corretos ensinamentos para o nosso dia a dia, com vários
estudos mostrados, que citamos, por exemplo, “A paz não é inércia”, que “O lírio nasce no pântano”,
como ter a “Paz de Espírito”, “A força da gratidão”, “Desesperar, jamais”, “Progredir sempre”, “A sabedoria
do bem viver” e muito mais. São dezenas e dezenas de ensinamento, como dos brilhantes Sêneca,
Confúcio, Emmanuel, Herculano Pires, Papa Francisco, Lenine, e muitos outros de nosso tempo.

O autor, José Carlos de Lucca, um grande Juiz e grande colega, procura mostrar o que devemos seguir na nossa vida, sendo
justo, trabalhador, ligado ao próximo, realizador das grandes obras. Só seguindo tais ensinamentos seremos felizes e vencedores.
É livro que gostosamente lemos e relemos, terminando, com sua leitura, certos de que na vida precisamos ser amigos dos
outros, companheiros de toda hora, lembrando que tudo devemos estudar e até mesmo lembrar que a “A própria doença não é
castigo divino e que Deus não usa tais expedientes cruéis, afinal, isso não combina com Ele. Deus é amor, e, nesse contexto, a
doença é uma informação que nos chega para nossa melhora”. 

Quanta coisa bonita, quanta coisa certa, quantos conselhos que
nos permitem um melhor viver, quanto carinho mostrado. É a sabedoria do bem viver. É a demonstração de que somos apenas
passageiros nesta vida, “somos todos visitantes deste tempo, deste lugar. Estamos só de passagem. O nosso objetivo deve ser
observar, aprender, crescer, amar. E, depois, vamos para casa”, como diz um provérbio citado no livro.

Recomendo aos colegas inteligentes, aos tristes, aos doentes, a leitura desse livro, que só bem fará. Aliás, fará bem a
todos, independentemente de sua orientação religiosa.

Por: Antonio Raphael Silva Salvador - diretor cultural


Mais sobre José Carlos De Lucca:                                  Adquira o livro:

                            
                            


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

terça-feira, 15 de agosto de 2017

POR QUE PERDOAR É TÃO DIFÍCIL? - MAURÍCIO DE CASTRO


Uma das coisas mais difíceis que existe é perdoar. O perdão verdadeiro só acontece quando o fato e a pessoa que nos traiu, magoou ou feriu, não nos incomoda mais e quando nos dispomos a voltar a convivência com ela com o mesmo nível de amizade e confiança que existia antes. 

Parece impossível? Para a maioria é. Por isso existe a reencarnação que inevitavelmente irá juntar quem não perdoou ao seu algoz numa próxima vida como irmãos, pais e filhos, colegas de trabalho, dentre outras tantas variáveis, para que, vendo-os sob outro enfoque, possamos perdoar e sublimar a mágoa. 

Embora impossível para a maioria, tem muita gente que perdoa verdadeiramente. E não é só pessoa evoluída não. Tem muita gente que longe está de uma evolução maior, mas que tem procurado se melhorar, se trabalhar, entender porque as coisas aconteceram e voltar atrás. E conseguem. Qualquer um pode conseguir, se quiser.

O perdão está intimamente ligado à humildade. Quanto mais humilde a pessoa for, mais facilidade era terá em perdoar, e quanto mais orgulhosa e vaidosa, mais difícil será.
A pessoa magoada, ferida e traída também tem dificuldade em perdoar porque acha que foi "vítima" das pessoas. Acha que ela é inocente e foi o outro quem a feriu.
Mas isso não é verdade. Ninguém é inocente quando a dor atinge, mesmo que essa dor seja causada por um semelhante. Se fosse inocente ninguém o conseguiria atingir, porque a Lei é Justa.


O caminho que facilita o perdão é entender que, embora o outro tenha errado, foi você quem o atraiu por meio de alguma imperfeição moral que você possui e precisava ser provada. A pessoa não foi vítima, na verdade ela criou a situação e as leis das afinidades aproximou-a de uma pessoa com grandes imperfeições morais para que fosse atingida.


Dessa forma percebemos que na Terra, de fato, não há vítimas nem algozes, apenas pessoas que precisam evoluir e a Vida os une para que um ensine ao outro.
Se você está sofrendo muito com uma mágoa, se foi muito ferida, traída, usurpada, ofendida, pense nisso. Pode ser uma maneira de entender que a ajude a vencer a mágoa e descobrir que você é tão humana quanto quem errou com você.


Maurício de Castro.

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

UMA MISSÃO DE FÉ - DIVALDO FRANCO EM PORTUGAL


Divaldo Franco - Faro/Portugal 28 e 29 julho 2017
Divaldo começa o seu seminario agradecendo a Caminus Duo – Joana Vieira & Mikhail Shumov pela magistral interpretação de várias peças musicais, que sensibilizaram o público. A música é a língua com a qual Deus se comunica conosco.
Começa falando de um grande depressivo crônico, piloto, que realizou o primeiro vôo França - Dakar para levar correspondência e que também iniciou os vôos entre Buenos Aires e Ushuaia, a cidade mais meridional de Argentina, com uma vida cheia de aventuras e cuja maior obra alcançou um grande êxito, falamos de Antoine de Saint-Exupéry.
O Pequeno Príncipe é uma obra que comove os corações de crianças e adultos.
Infelizmente Antoine não creia em Deus até que um fato ocorrido na sua vida vai mudar este conceito para sempre.
Seu avião é derrubado e diante da preocupação daquele momento, se pergunta: Haverá um Deus? Seria tudo uma fantasia religiosa? Observando como se alimentavam uns ratos do deserto, chegou à conclusião de que vale a pena lutar por viver.
Entre ele e o seu mecánico, que viajava com ele conseguem reparar o avião e chegar à Paris.
Ao regressar se torna idealista.
Logo depois em Espanha eclode a guerra civil y Antoine se apresenta como voluntario, assim como muitos otros para combater.
Durante os combates seu avião foi derrubado e ele capturado.
Foi considerado inimigo de guerra, condenado à muerte e encerrado em uma hedionda fortaleza próxima à fronteira francesa, à espera de sua execução.
Durante a sua estadia compreende o sentido da vida, seu significado e o fácil que é perdê-la. Recém casado e pai de uma criança, começa a questionar a sua existência neste planeta.
Fumador compulsivo, se encontra em uma cela sem nada que o relaxe.
O traje de presidiário que lhe deram, ainda está con los buracos de bala do seu anterior dono, buscando nos bolsos Antoine encontra uma guimba e a leva à boca.
Por um segundo mata sua ansiedade, porém um cigarro apagado não é suficiente, através de sinais tenta que o guarda lhe dê fogo, mas este desconfiado, não lhe presta atenção.
O guarda, ao final, sentindo pena, se aproxima cuidadosamente e lhe acende o cigarro.
O prisioneiro emocionado pelo gesto e como agradecimento olha o seu guardião e sorri longamente e o soldado lhe devolve o sorriso. Ele continua fumando e sorrindo até terminar a última tragada e com um gesto agradece ao guarda.
O soldado espanhol, comovido ante os gestos de Antoine lhe abre a porta e lhe pede que se vaia.
Ele crê que o guarda tentará matá-lo quando se vire de costas e decide sair encarando o seu libertador, até que a uma distância prudencial já não pode resistir-se mais e começa a correr em direção à França, onde chega ao amanhecer do dia seguinte.
No seu relato, recorda o monólogo que fez quando sorriu ao soldado, onde lhe falava de sua morte, de sua família, de tudo que para ele era importante e ia perder.
Parece que as palavras, que eram proferidas no seu idioma natal, o francês, conseguiram abrandar o coração do soldado, que não falava o seu idioma, mas que com certeza, a emoção lhe tocou o coração.
Uma semana depois, em Paris, com seu filho e sua esposa, narra a história de um sorriso e diz:
- Se a humanidade sorrisse um pouco mais seria melhor. Se mudássemos nossos gestos de desagrado por sorrisos haveria felicidade no mundo.
Ao analizar a história de Antoine Saint- Exupéry, Divaldo recorda uma citação de Aristóteles:
“Quando duas pessoas se amam, são uma só alma em dois corpos.” (Metaforicamente falando)
A humanidade se divide em extrovertidos e introvertidos. Os indivíduos introvertidos chegaram à fase adulta sem liberar-se das amarguras infantis, são crianças feridas.
O conhecimento espírita é o veículo mais nobre para a extroversão, porque o conhecimiento de Jesus e seus ensinamentos nos libera das amarguras e nos fala de esperança e também através dos ensinamentos dos imortais que nos dizem: - A vida continua.
Divaldo narra depois a história do colar de diamantes, quando uma dama rica, o empresta a uma amiga para um baile de gala e esta o perde. Ao perceber que não podia devolvê-lo, encomenda um igual, de acordo com suas lembranças do colar, o que faz com que eles se endividem. No final o devolve, porém a dívida é demasiado importante e leva a ela e a seu marido à falência, até o ponto em que ele agoniado falece e ela se vê obrigada a viver do que encontra na rua.
Um dia quando revira o lixo, seus olhos avistam uma dama que descia por uma escada.
A dama era aquela sua amiga e levava o colar. A mulher o olha fixamente e a dama reconhece a sua amiga, se aproxima e lhe pergunta pela sua atual situacão. O que ocorreu? E ela apontando para o colar lhe explica sua desgraça. A amiga a fita e lhe diz:
- Por que você no me contou, te disse que te emprestava porque tinha muitas jóias, que não te preocupasses. O colar que te emprestei só custava 50 francos, era uma imitação, minha querida amiga.
Aplicando-o a nossa vida, isso quer dizer que nos endividamos por colares falsos. Confundimos a felicidade com TER. Nossas jóias deveriam ser a amizade, a caridade, a fraternidade, etc...
Recorda Divaldo como em uma ocasião Ghandi ria em frente de uma joyería e quando lhe indagaram o motivo da sua alegria respondeu:
- Estou feliz de ver tantas cosas que não necessito.
Ato seguido narra como em uma ocasião estando inconsciente, por uns problemas cardíacos, visualiza a figura de Jesus e o mar de Galiléia. Recordando a felicidade desse momento e demonstrando que SIM se pode ser feliz, ainda que seja por um instante.
Na segunda parte do seminario Divaldo inicia contando uma história comovedora. La história do Dr. Tadeo Merlin, que sendo um defensor da eutanásia, deixou viver um menino aleijado, que anos mais tarde irá salvar a vida da sua neta. O doutor Tadeo Merlin no final da história diz a si mesmo, quão cego estava, hoje compreendo que é melhor melhor ser aleijado que ser cego como eu.
Também contou a história acontecida há poucos días, quando em uma palestra, fez alusão a Chico Xavier, falando da sua bondade e comparando-o com a figura de Francisco de Assis. No dia seguinte a mídia publicava: “Divaldo Franco diz que Chico Xavier foi Francisco de Assis.”
Ao passar os dias e não dizer nada sobre a noticia, alguns amigos lhe comentaram a necesidade de desmentir a noticia, ao que Divaldo contestou:
- Não posso desmentir algo que eu não disse.
Com um grande sorriso e sem demonstrar no semblante o trancurso de mais de três horas de seminario, Di se despede com a oração da gratitude de Amélia Rodrigues e enche uma vez mais os corações dos que ali estávamos de alegria e felicidade, HOJE FOMOS FELIZES.
Texto e fotos: Manuel Cemyd

segunda-feira, 31 de julho de 2017

TRANSTORNOS OBSESSIVOS - DIVALDO FRANCO


Partindo-se do princípio de que o Espírito é imortal, conforme os fatos constatados através dos tempos e, especialmente, por meio das pesquisas realizadas por Allan Kardec, que resultaram na codificação do Espiritismo, a vida no Além-Túmulo transcorre em condições parecidas com aquelas da organização material. Podemos afirmar, sem qualquer dúvida, que a vida física é uma cópia imperfeita dessa espiritual de onde vimos e para onde retornamos. Cada indivíduo desencarna conduzindo os valores éticos de que se faz portador, no que resultaram os seus atributos e ações.
Os sentimentos permanecem conforme a sua constituição, porque o campo vibratório em que passa a viver é muito mais complexo do que o terreno. Tanto o amor quanto o ódio continuam-lhe nas paisagens mentais e emocionais facultando alegria ou desconcerto.
As afinidades afetivas aproximam os Espíritos um dos outros, qual ocorre no planeta. Afeições profundas auxiliam-se reciprocamente da mesma forma que as animosidades aumentam, dando lugar aos terríveis fenômenos das obsessões.
Em razão do nível moral muito primário em que se vive na atualidade, facultando a primazia das paixões primitivas, o número de pessoas atormentadas é muito grande, favorecendo que adversários desencarnados se lhes acerquem e lhes aumentem os desvios de conduta e produzam sérios transtornos de saúde.
O maior número de problemas nessa área diz respeito aos próprios enfermos que se não esforçam pela mudança de comportamento moral e mental, a fim de sintonizarem com as aspirações que dignificam e produzem saúde, comprazendo-se no pessimismo, na indiferença, no ódio e nos vícios que corrompem a existência.
Esse comportamento facilita a influência dos seres infelizes que pululam na Erraticidade, transformando-se-lhes em obsessores perversos quão insensíveis.
Jesus Cristo já lecionava o amor como sendo a solução para todos os problemas humanos. No entanto, esse sentimento sublime foi transformado nos desejos da libido indisciplinada e do egoísmo exacerbado.
As Instituições espíritas estão repletas de enfermos de todo o jaez procurando soluções mágicas para os problemas que os infelicitam. No entanto, a Doutrina Espírita oferece os recursos terapêuticos preventivos e curativos para sanar o grande mal, que é a reforma interior do indivíduo, baseada na Lei de amor, que se encontra ínsita no Evangelho de Jesus e descrita como “Fora da caridade não há salvação”.
O número, portanto, daqueles que são obsidiados é muito maior do que se pensa. Diante do quadro assustador, faze uma análise de tua conduta emocional e observa em que grau de sanidade te encontras, evitando com todo esforço o transtorno obsessivo de consequências graves.

Divaldo Franco.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 27-07-2017. Achou interessante? Passe um e-mail ou ligue para os nºs abaixo e comente, isso é muito importante para a permanência da coluna no referido jornal.
Central Telefônica: (71) 3340 - 8500 -
Redação: (71) 3340 - 8800
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Divaldo Franco Responde:

terça-feira, 25 de julho de 2017

COMEMORAÇÃO DOS 90 ANOS DE DIVALDO FRANCO

   




     
Vídeo na íntegra da celebração dos 90 anos de Divaldo Franco:

        


Na noite do dia 05 de maio de 2017, os amigos de Divaldo Franco se reuniram no Ginásio de Esporte da Mansão do Caminho para homenageá-lo, parabenizando-o pelo 90º aniversário. Foram mais de mil pessoas que carinhosamente reverenciaram o pacifista nascido em Feira de Santana/BA no recuado 05 de maio de 1927.

Não podendo ser diferente, o ambiente cuidadosamente preparado era festivo, estimulando a alegria. O momento artístico foi sublime. Participaram a cantora lírica Vanda Otero e Débora Limeira ao piano, seguidas pela Camerata da Universidade Federal da Bahia que abrilhantou o programa com as suas execuções ao longo do desenvolvimento. A Rede Bahia de Televisão registrou os momentos principais, inclusive entrevistando Divaldo Franco e tomando depoimentos de outros.


Registrando a data e o transcurso do aniversário, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançou um Selo Personalizado, comemorativo aos 90 anos de Divaldo Franco. O Selo Personalizado é uma importante peça filatélica comemorativa. Na ocasião foram enaltecidas as virtudes e ações empreendidas pelo homenageado, tendo dedicado à sua vida a causa humanitária.


Para a homenagem ao mensageiro da paz Divaldo Franco, foi teatralizado alguns episódios de sua vida, desde a infância, a sua companhia infantil, o índio Jaguaraçu, a paralisia que o prostrou por seis meses, os labores profissionais, o encontro com o seu inseparável e dedicado amigo Nilson de Souza Pereira, e tantos outros fatos marcantes deste inigualável homem de bem, incansável e extremamente dedicado ao seu semelhante. Vários depoimentos foram apresentados, destacando momentos referenciais. O Cristo está de volta à Terra nesse trabalho grandioso sob a orientação e estímulo de Divaldo Franco.


O homenageado, tomando a palavra, referiu-se às autoridades presentes e ao público, e para dar um significado às emoções que experimentava, narrou a história de Selma Lagerlöf (1858- 1940), escritora sueca, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 1909. É uma das escritoras suecas mais lida, com sucesso internacional. Divaldo narrou, na sua percepção, a Lenda da Dívida de Gratidão. A Lenda se refere à um encontro psíquico com seu avô desencarnado Peter Lagerlöf, narrada por ocasião em que ela recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1909, em Estocolmo.
Com a Lenda, Divaldo Franco desejou salientar que será insuficiente qualquer palavra para agradecer a paciência, a tolerância, as horas abençoadas que fruiu junto aos amigos e companheiros, sempre muito laboriosos. Como de hábito, Divaldo transferiu as homenagens à Jesus e à Allan Kardec, à Nilson de Souza Pereira e às almas gentis que lhe deram uma nova oportunidade, guardando para si a ternura, o carinho e a confiança que depositaram nele.


Não desperdiçando oportunidades, o humanista e pacifista Divaldo Franco, ensinou que o maior milagre da vida é o amor. É reconhecido e agradecido aos bons e belos momentos de labor no bem, condicionando-o a tornar-se melhor, ante a dor do próximo. Agradeceu a paz, a esperança, o ar e a água, e aos que tornaram a sua existência mais suave e alegre.


Após declamar o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo foi agraciado com mais uma placa comemorativa, agora ofertada pelos seus filhos adotivos, funcionários e auxiliares da mansão do Caminho. De pé, o público aplaudiu demoradamente, cantando o Parabéns a Você, acariciando o aniversariante com seu aplauso intenso, demorado.


Texto: Paulo Salerno

Produção e Realização: Centro Espírita Caminho da Redenção / Mansão do Caminho


Divaldo Franco Responde:


quarta-feira, 19 de julho de 2017

CARIDADE. A META - MENSAGEM DE DIVALDO FRANCO


Guarda, na mente, que a caridade em teus atos deve ser a luz que vence a sombra.
Enquanto não compreendas que a caridade é sempre a bênção maior para quem a realiza, ligando o benfeitor ao necessitado, estarás na fase primária da virtude por excelência.
Poderás repartir moedas, a mãos-cheias; todavia, se não mantiveres o sentimento da amizade em relação ao carente, não terás logrado alcançar a essência da caridade.
Repartirás tecidos e agasalhos com os desnudos; no entanto, se lhes não ofertares compreensão e afabilidade, permanecerás na filantropia.
Atenderás aos enfermos com medicação valiosa; entretanto, se não adicionares ao gesto a gentileza fraternal, estarás apenas desincumbindo-te de um mister de pequena monta.
Ofertarás o pão aos esfomeados; contudo, se os não ergueres com palavras de bondade, não alcançaste o sentido real da caridade.
Distribuirás haveres e coisas com os desafortunados do caminho; não obstante, sem o calor do teu envolvimento emocional em relação a eles, não atingiste o fulcro da virtude superior.
A caridade é algo maior do que o simples ato de dar.
Certamente, a doação de qualquer natureza sempre beneficia aquele que lhe sofre a falta. Todavia, para que a caridade seja alcançada, é necessário que o amor se faça presente, qual combustível que permite o brilho da fé, na ação beneficente.
A caridade material preenche os espaços abertos pela miséria sócio-econômica, visíveis em toda parte.
Além deles, há todo um universo de necessidades em outros indivíduos que renteiam contigo e esperam pela luz libertadora do teu gesto.
A indulgência, em relação aos ingratos e agressivos;
a compaixão, diante dos presunçosos e perversos;
a tolerância, em favor dos ofensores;
a humildade, quando desafiado ao duelo da insensatez;
a piedade, dirigida ao opressor e déspota;
a oração intercessória, pelo adversário;
a paciência enobrecida, face às provocações e à irritabilidade dos outros;
a educação, que rompe as algemas da estupidez e da maldade que se agasalham nas furnas da ignorância gerando a delinquência e a loucura...
A caridade moral é desafio para toda hora, no lar, na rua, no trabalho.
Exercendo-a, recorda também da caridade em relação a ti mesmo.
Jesus, convivendo com os homens, lecionou exemplificando todas as modalidades da caridade, permanecendo até hoje como o protótipo mais perfeito que se conhece, tornando-a a luz do gesto, que vence a sombra do mal, através da ação do amor.
Caridade, pois, eis a meta.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Psicografia de Divaldo P. Franco
Da obra: Vigilância.