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sexta-feira, 31 de julho de 2015

DIVALDO FRANCO - URGÊNCIA PARA COM OS NOSSOS DEVERES









O admirável educador e escritor Mário Sérgio Cortella narra que três itens são importantes para o comportamento saudável do cidadão: querer, poder e dever. Isto porque nem tudo que queremos realizar podemos, assim como nem tudo que podemos fazer devemos e nem tudo quanto devemos produzir queremos... Num período de individualismo acentuado, no qual a predominância do ego tem prioridade, empurrando para o consumismo, as criaturas humanas não se dão conta que a decantada felicidade e realizações que aspiram podem ser de fácil conquista. Sem que sejam examinadas as possibilidades do querer em relação ao poder e ao dever, bem como de referência ao seu próximo, muitos projetos terminam por ser mais prejudiciais do que compensadores.
Necessário ter em mente a empatia, considerando a situação em que se encontra o outro, não lhe exigindo aquilo que não gostaremos que nos imponham. A capacidade de entender o nível de consciência das demais criaturas proporciona uma visão mais complexa para o comportamento saudável. Habituamo-nos a não cumprir com pequenos deveres que consideramos irrelevantes e terminamos por não considerar aqueles de alta responsabilidade como credores do nosso respeito e atenção, somente porque extrapolam o nosso egotismo. Como consequência, vemos as aberrações de todos os níveis tomarem conta da sociedade moderna, a ausência de lucidez de consciência predominar, mantendo o indivíduo engessado nos seus exclusivos interesses, não logrando alcançar a plenitude que independe do que se tem, mas sobretudo daquilo que se realiza interiormente.
Mulheres e homens vazios de ideais assumem o poder que não têm condições de exercer, somente porque querem destaque e atendimento das torpes ambições. Hoje, talvez mais do que nunca, torna-se indispensável que o nosso querer não exorbite as nossas possibilidades de poder manter os deveres éticos e morais em alto nível para a construção de um mundo melhor.

Artigo de Divaldo Franco, publicado no jornal A tarde - 30/07/2015.
Conheça a Mansão do Caminho em: mansaodocaminho.com.br

quarta-feira, 29 de julho de 2015

OS ENJOOS DA GESTANTE



Com o desenvolvimento da gravidez, à medida que o embrião vai se estruturando, conforme o molde energético dado pelas matrizes espirituais da entidade reencarnante, vão se intensificando as trocas fluídicas, ou energéticas, entre o perispírito da mãe e o espírito reencarnante.

Já se observa, a certa altura, uma intensa sintonia vibratória com grande intercâmbio de energias. Sucede que essas vibrações permutadas podem ser doentes (espiritualmente falando) ou sadias. As vivências das encarnações anteriores, indelevelmente, registradas nos arquivos energéticos do espírito, são núcleos de emanação de ondas que exercem influência sobre a gestante.

As experiências de sofrimento ainda não resolvidas psicologicamente, os ressentimentos mantidos, são concentrações de força a irradiar sobre a estrutura energética materna. As experiências comuns entre mãe e filho vividas em estâncias pretéritas se reencontram agora com uma anestesia parcial.

Não resta dúvida de que é a grande oportunidade de reaproximação, para a resolução dos débitos passados. Também é importante que se reafirme toda a assistência espiritual presente no transcurso da gravidez, amparando a culpa.

As trocas fluído-energéticas entre ambos, frequentemente, produzem enjoos à mãe. A intensidade desses enjoos muitas vezes está relacionada à diferença de nível evolutivo entre o espírito reencarnante e a gestante.

Em determinadas situações, no entanto, não se trata de diferença de nível espiritual, pois, normalmente aos espíritos superiores, não é difícil superar e compreender as limitações dos menos evoluídos. Frequentemente são os reconhecimentos inconscientes das experiências comuns vividas. São as sensações decorrentes do espelhar mútuo, da situação espiritual vivenciada no passado e ainda não resolvida.

Cuidemos, no entanto, para não cometermos injustiça ou erros apressados de julgamento. Os enjoos têm também causas meramente orgânicas ligadas a fatores anatômicos e fisiológicos do processo gestacional. Atribuir aos enjoos apenas significado de ordem espiritual seria empobrecer a ciência espírita e comprometer a sua imagem perante as pessoas de bom senso.


Do livro “Gestação” - Dr. Ricardo Di Bernardi.
Para saber mais, acesse: http://goo.gl/1vJWeU


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Linda história de Divaldo Franco

Divaldo Franco conta a história de um garoto, que foi abandonado aos 6 meses de idade, na instituição Mansão do Caminho, onde ele dirige. Este garoto, aos 4 anos de idade, fazia faquinhas e ameaçava as voluntárias que ajudavam Divaldo a tomar conta das crianças. Ele dizia que queria enfiar a faca em alguém para sentir o sangue quente escorrer em suas mãos. Divaldo perguntava como ele sabia que o sangue era quente, e ele respondia que não sabia como, mas ele tinha certeza que era quente.

Quando este garoto completou 12 anos, as voluntárias que auxiliavam Divaldo tinham medo dele. Divaldo então, fez uma terapia de choque. Chamou o garoto e disse que ele teria que ir embora da instituição. O garoto assustou, pediu desculpas e prometeu não ameaçar mais. Estudou e foi evangelizado pela instituição espírita Mansão do Caminho.

Aos 18 anos, o menino pediu a emancipação. Divaldo disse:
- Dou sua emancipação com uma condição: quando você desejar matar alguém, você vem aqui e me mata.
- Mas, tio? - disse o garoto assustado.
- Sim, porque eu falhei. A sociedade me entregou você com 6 meses, a sociedade nos dá tudo, você não tem nada contra a sociedade, espero, porque a sociedade é a humanidade. Se você matar alguém, é porque eu falhei. Antes me mate, por causa do meu fracasso em relação a você.

O garoto concordou, e foi embora. Após 10 anos, eles se reencontraram. Divaldo então, aproveitou e perguntou se ele sentiu vontade de matar. O garoto disse que sim, mas que toda vez que sentiu essa vontade, ele via o rosto de Divaldo na sua frente dizendo: "Venha e me mate primeiro", então, ele se desarmava. Ele agradeceu dizendo que, se não fosse Divaldo e o Espiritismo, ele estaria num cárcere. Divaldo, então, esclareceu:

- Agradeça a sua consciência, que assimilou toda a educação moral evangélica que recebeu na Mansão do Caminho. Você fez bom uso do livre arbítrio. Hoje, você pode entender, por isso vou lhe contar que, os bons espíritos me disseram que você foi um criminoso na encarnação anterior, meu filho. Você trazia no inconsciente a lembrança do sangue jorrando em sua mão quando esfaqueava alguém. Estava tão dentro de você, que explodia na sua memória atual, eram flashes do passado.

Resumo de uma história verídica vivenciada pelo médium espírita Divaldo P. Franco.
Retirado do livro "Conversa Fraterna" - FEB.

Conheça a Mansão do Caminho em: www.mansaodocaminho.com.br

sexta-feira, 24 de julho de 2015

3º Movimento Você e a Paz com Divaldo Franco, na cidade de Amparo



O  Movimento Você e a Paz, na cidade de Amparo, SP, acontecerá, no dia 2 de agosto, domingo, e cuja proposta é colaborarmos juntos  para uma humanidade mais pacífica e proporcionarmos o cultivo da paz interior nos indivíduos

O Movimento Você e a Paz é uma atividade sem caráter religioso ou político, idealizado por Divaldo Pereira Franco e mobilizado pelo ideal de uma vivência pacífica entre as criaturas humanas, buscando levar os indivíduos a uma reflexão profunda quanto à necessidade de renovação dos sentimentos e mudança de comportamento, a fim de superarmos a atual conjuntura de violência e agressividade em que nos encontramos.

Iniciado em 1998 em Salvador, na Bahia, hoje o movimento é promovido em mais de 20 cidades brasileiras e 60 países, como Venezuela, Honduras, África do Sul, Espanha, França, Inglaterra, Israel, China, entre outros. Inclusive, foi lançado na sede da ONU, em Nova Iorque, em abril de 2013 e, em seguida, em Miami.

Esse momento especial, irá se iniciar às 9h com a Caminhada pela Paz e durante o dia, das 10 às 16h, ocorrerão diversas atividades gratuitas para todos os públicos. Informações pelo site: www.ype.ind.br/vocepaz

A partir das 18 horas teremos as mensagens de paz que serão transmitidas por Padre Carlos Roberto Panassolo, representante da Diocese de Amparo; Pastor José Lima, da Assembleia de Deus Ministério do Belém de Amparo e Divaldo Pereira Franco, fundador do Movimento, Médium e Orador Espírita; seguidas da apresentação do Maestro João Carlos Martins e Orquestra Bachiana, com a participação da Soprano Rosana Lamosa e do Tenor Lucas Cozzani.

Endereço do evento: Praça Pádua Salles - Amparo - SP

sexta-feira, 17 de julho de 2015

DESCONTENTAMENTO - DIVALDO FRANCO



Vivemos, sem dúvida, um período profundamente perturbador sob muitos aspectos considerados, especialmente nas áreas da economia e do comportamento. As dificuldades estão presentes nos países ricos como nos em desenvolvimento, nos quais as criaturas sentem o aturdimento da hora grave que experienciam. 

Nada obstante, são muitos os bens que se encontram à disposição da criatura humana, graças à evolução da ciência e da tecnologia. Enfermidades terríveis têm encontrado tratamentos adequados, que nem sempre são conseguidos por todos os pacientes, recursos de higiene e orientações para a saúde multiplicam-se, facilidade nas comunicações, na movimentação, ampliam-se a cada instante e mil outras bênçãos.

Apesar disso, defrontamos a multidão dos desalentados ou descontentes. Para esses indivíduos com problemas de comportamento psicológico, tudo está mal, não vale a pena viver, as pessoas são hipócritas e más, desfilando amarguras e pessimismo. Vivem com o semblante carrancudo, com o humor péssimo, quando não agressivos, insolentes e desagradáveis. Este é o século das glórias do pensamento e das misérias morais. 

Mas é natural, porque neste momento opera-se a grande transformação do planeta de mundo de provas e de expiação para o mundo de regeneração. Se observarmos na História, constataremos períodos de grandeza seguidos pelos de decadência. Conquistas extraordinárias assinalam uma época, dando lugar a situações asselvajadas com guerras de genocídio e de ódio irracionais.

Cabe-nos, a todos nós, modificar a situação lamentável, mediante a nossa transformação moral para melhor, vivendo dentro de padrões de dignidade, de respeito à vida, à cidadania, a todos e a tudo. Viver com alegria e esperança, contribuindo em favor do bem geral, é a melhor opção deste momento. Não é necessário que nos tornemos célebres ou líderes, autoridades ou pessoas de destaque na comunidade, mas bastar-nos-á o cumprimento dos deveres que nos dizem respeito.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 16-07-2015.

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