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segunda-feira, 19 de junho de 2017

SURPRESAS DA EXISTÊNCIA - DIVALDO FRANCO


Na cidade de Évora, em Portugal, os franciscanos do passado, desejando encontrar um método eficaz para fixar-se nos postulados da imortalidade da alma, construíram uma capela com ossos humanos, especialmente de pessoas que se encontravam sepultadas em volta das igrejas.
Com as alterações naturais do tempo, o recinto que era dedicado a orações, meditação e profundas reflexões, transformou-se em lugar de turismo.
À entrada encontra-se uma frase muito peculiar: Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos.
Surpreendentemente é uma grande verdade e deveríamos, com certa frequência, pensar na realidade que somos: espíritos imortais!
Observamos que a maioria das criaturas humanas, mesmo aquelas que se vinculam a doutrinas religiosas, vivem como se a sua fosse uma existência eterna, fadada ao prazer e às comodidades, como privilégios que merecem.
Para que sejam alcançadas essas metas frívolas dos gozos ligeiros, entregam-se, não poucas vezes, a comportamentos lamentáveis, distantes de todo e qualquer conceito ético-moral, de respeito a si mesmo, à sociedade, à vida.
Enriquecer, adquirir prestígio social e fama, aumentar o orgulho e a ostentação, zombar do bom senso e das condutas retas, parecem constituir objetivos que devem ser alcançados a qualquer custo.
Os desatinos morais e os crimes de toda ordem predominam em nossa cultura, aureolados como normais, tal o cinismo de quem os comete.
Olvidam-se que a morte espreita, e que, a cada momento, todos somos arrancados do mapa existencial, exatamente quando pensamos estar em máxima segurança.
A fatalidade dessas ocorrências nefastas tem afetado o Brasil, numa sucessão de lances dolorosos, nos quais mulheres e homens notáveis, que trabalham e zelam pelo bem, que confiam no destino histórico da nacionalidade, causando impactos terríveis e dores indefiníveis.
Estamos vivendo um desses momentos cruéis com a desencarnação por acidente aéreo do Exmo. Sr. Ministro do Supremo Tribunal Federal, Dr. Teori Zavascki, cuja existência fez-se caracterizar pela honradez e nobreza de caráter.
Essa tragédia dantesca dá-se num momento muito grave no país, quando S. Exa. deveria prosseguir na tarefa nobre a que se dedicava, trabalhando pela dignidade e justiça contra a corrupção de autoridades insensatas e de outros cidadãos criminosos que se locupletaram nos bens públicos e nos valores que poderiam solucionar os graves problemas do país…
Várias hipóteses têm sido levantadas para esclarecer o infausto acontecimento, no entanto, merece considerarmos que nada impede que se manifeste a Justiça Divina, alcançando-nos a todos, cujos ossos estão sendo esperados por aqueles que edificaram a capela portuguesa.
Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 26/01/2017
Achou interessante? Passe um e-mail ou ligue para os  nºs  abaixo e comente, isso é muito importante para a permanência da coluna no referido jornal.
Central Telefônica: (71) 3340-8500
Redação:   (71) 3340 – 8800
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terça-feira, 13 de junho de 2017

NOVO TEMPO - SONETO DO ESPÍRITO AUTA DE SOUZA POR ADEILSON SALLES







Qual a alegria desse mundo
De tantas dores, magoas e feridas
Almas duelando num pesar profundo
Engastadas entre si, padecentes vidas


Realidade que nos traz o pranto
Numa queda terrível, num abismo
Mas nasce um novo dia, ouço um novo canto
A promessa se cumpriu, chegou o Espiritismo


O Consolador entoa a canção;
Fora da caridade não há salvação
Vem o novo tempo, nasce a nova aurora


Mãos estendidas, corações unidos
Paz e boa vontade, ao homem redimido
É tempo de servir, é a última hora


Auta de Souza (Médium Adeilson Salles)

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segunda-feira, 12 de junho de 2017

AGENDA DE DIVALDO FRANCO- JUNHO 2017





















Acompanhe a agenda do médium e orador espírita Divaldo Franco no mês de junho.
Para ver a agenda doutrinária completa do Centro Espírita Caminho da Redenção - Mansão do Caminho, acesse www.mansaodocaminho.com.br.



segunda-feira, 5 de junho de 2017

DIFICULDADES FINANCEIRAS: POR QUÊ? - MAURÍCIO DE CASTRO


A crise financeira em que o Brasil mergulhou tem levado milhões de pessoas ao desespero. Tem gente que está tendo dificuldades até para pôr o alimento em casa e isso arrasa com o psicológico de mães e pais de família, de estudantes que precisam parar seus cursos, idosos que não conseguem dinheiro suficiente para comprar os medicamentos, pessoas que não possuem o básico para sobreviver com dignidade mesmo não sendo preguiçosas, tendo trabalhado a vida inteira e que, mesmo dispostas ao trabalho, nada conseguem. 

E com isso vem as dívidas inevitáveis que, acrescidas às anteriores, acaba virando bola de neve, muitas vezes levando a um círculo vicioso difícil de sair.

Tenho recebido muitas mensagens no inbox e vários e-mails de pessoas desesperadas, insones, angustiadas, contando suas grandes dificuldades materiais e pedindo que eu lhes indique uma saída.

Os amigos espirituais dizem que esse momento caótico vai passar, que tudo vai se resolver, que nossa economia vai voltar a crescer e que o Brasil entrará novamente no rumo da prosperidade. Mas até lá? O que podemos fazer?

A crise financeira tem causas em crises financeiras de outros países interligados ao nosso e na crise política sem precedentes pela qual passamos. Mas se Deus permitiu que tudo isso acontecesse é porque é para nosso progresso.

Chegou a hora de aprendermos como funcionam as Leis da Prosperidade e colocá-las em prática. A cultura de nosso país tem dois extremos: ou produz o preconceito sobre o dinheiro, demonizando-o e dizendo que não é espiritual, ou valorizando-o excessivamente, o que leva ao materialismo, ao consumismo e ao desperdício. 

Nem um dos dois casos leva a prosperidade. Desvalorizar o dinheiro ou valorizá-lo em excesso mostra que ainda não sabemos lidar com essa energia e é por isso que uma crise dessa nos atinge tão duramente.

Precisamos aprender o que é o dinheiro na essência e como fazer para que seu fluxo abundante venha para nós. Para conseguir o "meio termo" é preciso vencer os preconceitos e começar a estudar as leis da prosperidade. 
Quem as aprende, mesmo diante de uma crise, continua prosperando.

Eu também estou estudando sobre elas, porque, assim como a maioria, passo por revezes financeiros difíceis de lidar. Um tempo estou bem outro estou mal. Estou descobrindo, por meio desse estudo o que é que está causando essa "gangorra" financeira em minha vida.
Se você quiser sair dessa situação, o único caminho é descobrir como a Vida funciona com relação ao dinheiro. Tentar escapar pelos caminhos fáceis da desonestidade, da falta de ética, do roubo, ou viver sonhando com um milagre econômico ou com ganhar na loteria não leva ninguém a lugar nenhum, só a mais fracasso.

Sugiro que você comece a estudar pelo livro "As Leis Dinâmicas da Prosperidade" de Catherine Ponder que é um dos melhores livros sobre o assunto e é também o que estou estudando nesse momento. 

Por pior que você esteja você pode adquirir esse livro ou até lê-lo em PDF pela internet, já que a autora não se importa com isso e até o disponibiliza para ampliar os conhecimentos.

Vamos estudar juntos e fazer da nossa vida uma verdadeira arte de vitória, progresso e sucesso.

Maurício de Castro


Mais sobre o autor:                               Ultimo lançamento:

             

DIVALDO FRANCO NA EUROPA - VALE A PENA AMAR.



Divaldo Franco na Europa

Zurique, Suíça, 04 de junho de 2017
No domingo pela manhã, 04 de junho de 2017, nas instalações do G19 - Stiftung G19 -, em Zürich, na Suíça, teve sequência o seminário com Divaldo Franco, seguindo com o tema Seja Feliz Hoje. 
Este é, sem dúvida, um seminário terapêutico, graças a ampla experiência e o tato psicológico de Divaldo que, com um toque de humor, consegue descontrair, auxiliando o relaxamento, estimulando o bom humor em todos.
O Dr. Juan Danilo Rodríguez, espírita equatoriano, proferindo breves palavras, estabeleceu três itens importantes para a conquista da felicidade: A Paz Interior; O Amor; e O Serviço no bem, que devem ser arquitetados e postos em prática através dos pensamentos e atos, afinal, o mundo que cultivamos é o mundo de nossas ideias. 
As emoções que cada um experimenta são o resultado do percurso realizado por nossas almas ao longo do tempo.
Com maestria, Divaldo Franco iniciou afirmando que Jesus falava de um reino que se encontra dentro das criaturas e, assim, cada qual deverá mergulhar em si mesmo e buscar esse reino que faculta a evolução, o crescimento.
As pessoas O buscavam para a solução dos problemas, sem se darem conta que cada um é o autor dos próprios problemas e que é possível avançar a medida que o indivíduo se ilumina.
Citando os estudos do professor, sociólogo e psiquiatra Mira y Lopez (1896-1964), o dedicado e eficiente orador discorreu sobre os quatro gigantes da alma – medo, ira, e dever, no aspecto negativo, e o amor, de caráter positivo -, e as heranças primitivas, sempre presentes no inconsciente. 
De uma maneira geral, apraz aos indivíduos vivenciar um conflito, um sofrimento, isto é fruto da herança arquetípica, quando o instinto imperava em a criatura humana.
Adentrando-se pelos caminhos da reencarnação, Divaldo explicou que esta é uma oportunidade nova de poder compreender porque a vida apresenta certas situações, construindo a redentora reabilitação diante da vida.
Outro ponto destacado, dando oportunidade a reflexões íntimas, o nobre conferencista discorreu sobre as dificuldades de relacionamentos, onde, muitos, desejam e insistem que o outro se renove, esquecendo-se, porém, que a renovação é pessoal, íntima, intransferível.
Finalizando o profícuo seminário, após dois dias de atividades intensas, o ilustre orador ainda conduziu os presentes em uma visualização terapêutica dirigida, facultando o mergulho, pelo pensamento, nas questões propostas, enriquecendo os presentes com harmonia e paz.
Em gratidão, o público, revigorado pelos excelentes ensinamentos, aplaudiu intensamente o Semeador de Estrelas. 
Após estes dias de intensa convivência fraterna, todos ficaram já pensando no próximo pentecostes, no ano vindouro, ao tempo em que se deliciavam ouvindo a bela música interpretada pelos talentosos Maurício Virgens, barítono, e Flávio Benedito, pianista, sensibilizando as almas ali presentes, despedindo-se, renovando votos de felicidades mútuas.
Em um derradeiro estímulo, Divaldo ainda afirmou: Vale a pena amar.
E, recolhendo-se nas próprias instalações do G19, para refazer-se, o ínclito e amoroso Divaldo Franco foi se preparar para viajar, em 05 de junho, ao próximo destino, a capital da Áustria, Viena. O semeador dedicado, acolhendo o convite do Mestre Nazareno, semeia, semeia...
Texto e fotos: Ênio Medeiros