Barra de vídeo

Loading...

terça-feira, 15 de agosto de 2017

POR QUE PERDOAR É TÃO DIFÍCIL? - MAURÍCIO DE CASTRO


Uma das coisas mais difíceis que existe é perdoar. O perdão verdadeiro só acontece quando o fato e a pessoa que nos traiu, magoou ou feriu, não nos incomoda mais e quando nos dispomos a voltar a convivência com ela com o mesmo nível de amizade e confiança que existia antes. 

Parece impossível? Para a maioria é. Por isso existe a reencarnação que inevitavelmente irá juntar quem não perdoou ao seu algoz numa próxima vida como irmãos, pais e filhos, colegas de trabalho, dentre outras tantas variáveis, para que, vendo-os sob outro enfoque, possamos perdoar e sublimar a mágoa. 

Embora impossível para a maioria, tem muita gente que perdoa verdadeiramente. E não é só pessoa evoluída não. Tem muita gente que longe está de uma evolução maior, mas que tem procurado se melhorar, se trabalhar, entender porque as coisas aconteceram e voltar atrás. E conseguem. Qualquer um pode conseguir, se quiser.

O perdão está intimamente ligado à humildade. Quanto mais humilde a pessoa for, mais facilidade era terá em perdoar, e quanto mais orgulhosa e vaidosa, mais difícil será.
A pessoa magoada, ferida e traída também tem dificuldade em perdoar porque acha que foi "vítima" das pessoas. Acha que ela é inocente e foi o outro quem a feriu.
Mas isso não é verdade. Ninguém é inocente quando a dor atinge, mesmo que essa dor seja causada por um semelhante. Se fosse inocente ninguém o conseguiria atingir, porque a Lei é Justa.


O caminho que facilita o perdão é entender que, embora o outro tenha errado, foi você quem o atraiu por meio de alguma imperfeição moral que você possui e precisava ser provada. A pessoa não foi vítima, na verdade ela criou a situação e as leis das afinidades aproximou-a de uma pessoa com grandes imperfeições morais para que fosse atingida.


Dessa forma percebemos que na Terra, de fato, não há vítimas nem algozes, apenas pessoas que precisam evoluir e a Vida os une para que um ensine ao outro.
Se você está sofrendo muito com uma mágoa, se foi muito ferida, traída, usurpada, ofendida, pense nisso. Pode ser uma maneira de entender que a ajude a vencer a mágoa e descobrir que você é tão humana quanto quem errou com você.


Maurício de Castro.

Adquira o livro clicando na imagem abaixo:                       Mais sobre Maurício de Castro:

                       

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

UMA MISSÃO DE FÉ - DIVALDO FRANCO EM PORTUGAL


Divaldo Franco - Faro/Portugal 28 e 29 julho 2017
Divaldo começa o seu seminario agradecendo a Caminus Duo – Joana Vieira & Mikhail Shumov pela magistral interpretação de várias peças musicais, que sensibilizaram o público. A música é a língua com a qual Deus se comunica conosco.
Começa falando de um grande depressivo crônico, piloto, que realizou o primeiro vôo França - Dakar para levar correspondência e que também iniciou os vôos entre Buenos Aires e Ushuaia, a cidade mais meridional de Argentina, com uma vida cheia de aventuras e cuja maior obra alcançou um grande êxito, falamos de Antoine de Saint-Exupéry.
O Pequeno Príncipe é uma obra que comove os corações de crianças e adultos.
Infelizmente Antoine não creia em Deus até que um fato ocorrido na sua vida vai mudar este conceito para sempre.
Seu avião é derrubado e diante da preocupação daquele momento, se pergunta: Haverá um Deus? Seria tudo uma fantasia religiosa? Observando como se alimentavam uns ratos do deserto, chegou à conclusião de que vale a pena lutar por viver.
Entre ele e o seu mecánico, que viajava com ele conseguem reparar o avião e chegar à Paris.
Ao regressar se torna idealista.
Logo depois em Espanha eclode a guerra civil y Antoine se apresenta como voluntario, assim como muitos otros para combater.
Durante os combates seu avião foi derrubado e ele capturado.
Foi considerado inimigo de guerra, condenado à muerte e encerrado em uma hedionda fortaleza próxima à fronteira francesa, à espera de sua execução.
Durante a sua estadia compreende o sentido da vida, seu significado e o fácil que é perdê-la. Recém casado e pai de uma criança, começa a questionar a sua existência neste planeta.
Fumador compulsivo, se encontra em uma cela sem nada que o relaxe.
O traje de presidiário que lhe deram, ainda está con los buracos de bala do seu anterior dono, buscando nos bolsos Antoine encontra uma guimba e a leva à boca.
Por um segundo mata sua ansiedade, porém um cigarro apagado não é suficiente, através de sinais tenta que o guarda lhe dê fogo, mas este desconfiado, não lhe presta atenção.
O guarda, ao final, sentindo pena, se aproxima cuidadosamente e lhe acende o cigarro.
O prisioneiro emocionado pelo gesto e como agradecimento olha o seu guardião e sorri longamente e o soldado lhe devolve o sorriso. Ele continua fumando e sorrindo até terminar a última tragada e com um gesto agradece ao guarda.
O soldado espanhol, comovido ante os gestos de Antoine lhe abre a porta e lhe pede que se vaia.
Ele crê que o guarda tentará matá-lo quando se vire de costas e decide sair encarando o seu libertador, até que a uma distância prudencial já não pode resistir-se mais e começa a correr em direção à França, onde chega ao amanhecer do dia seguinte.
No seu relato, recorda o monólogo que fez quando sorriu ao soldado, onde lhe falava de sua morte, de sua família, de tudo que para ele era importante e ia perder.
Parece que as palavras, que eram proferidas no seu idioma natal, o francês, conseguiram abrandar o coração do soldado, que não falava o seu idioma, mas que com certeza, a emoção lhe tocou o coração.
Uma semana depois, em Paris, com seu filho e sua esposa, narra a história de um sorriso e diz:
- Se a humanidade sorrisse um pouco mais seria melhor. Se mudássemos nossos gestos de desagrado por sorrisos haveria felicidade no mundo.
Ao analizar a história de Antoine Saint- Exupéry, Divaldo recorda uma citação de Aristóteles:
“Quando duas pessoas se amam, são uma só alma em dois corpos.” (Metaforicamente falando)
A humanidade se divide em extrovertidos e introvertidos. Os indivíduos introvertidos chegaram à fase adulta sem liberar-se das amarguras infantis, são crianças feridas.
O conhecimento espírita é o veículo mais nobre para a extroversão, porque o conhecimiento de Jesus e seus ensinamentos nos libera das amarguras e nos fala de esperança e também através dos ensinamentos dos imortais que nos dizem: - A vida continua.
Divaldo narra depois a história do colar de diamantes, quando uma dama rica, o empresta a uma amiga para um baile de gala e esta o perde. Ao perceber que não podia devolvê-lo, encomenda um igual, de acordo com suas lembranças do colar, o que faz com que eles se endividem. No final o devolve, porém a dívida é demasiado importante e leva a ela e a seu marido à falência, até o ponto em que ele agoniado falece e ela se vê obrigada a viver do que encontra na rua.
Um dia quando revira o lixo, seus olhos avistam uma dama que descia por uma escada.
A dama era aquela sua amiga e levava o colar. A mulher o olha fixamente e a dama reconhece a sua amiga, se aproxima e lhe pergunta pela sua atual situacão. O que ocorreu? E ela apontando para o colar lhe explica sua desgraça. A amiga a fita e lhe diz:
- Por que você no me contou, te disse que te emprestava porque tinha muitas jóias, que não te preocupasses. O colar que te emprestei só custava 50 francos, era uma imitação, minha querida amiga.
Aplicando-o a nossa vida, isso quer dizer que nos endividamos por colares falsos. Confundimos a felicidade com TER. Nossas jóias deveriam ser a amizade, a caridade, a fraternidade, etc...
Recorda Divaldo como em uma ocasião Ghandi ria em frente de uma joyería e quando lhe indagaram o motivo da sua alegria respondeu:
- Estou feliz de ver tantas cosas que não necessito.
Ato seguido narra como em uma ocasião estando inconsciente, por uns problemas cardíacos, visualiza a figura de Jesus e o mar de Galiléia. Recordando a felicidade desse momento e demonstrando que SIM se pode ser feliz, ainda que seja por um instante.
Na segunda parte do seminario Divaldo inicia contando uma história comovedora. La história do Dr. Tadeo Merlin, que sendo um defensor da eutanásia, deixou viver um menino aleijado, que anos mais tarde irá salvar a vida da sua neta. O doutor Tadeo Merlin no final da história diz a si mesmo, quão cego estava, hoje compreendo que é melhor melhor ser aleijado que ser cego como eu.
Também contou a história acontecida há poucos días, quando em uma palestra, fez alusão a Chico Xavier, falando da sua bondade e comparando-o com a figura de Francisco de Assis. No dia seguinte a mídia publicava: “Divaldo Franco diz que Chico Xavier foi Francisco de Assis.”
Ao passar os dias e não dizer nada sobre a noticia, alguns amigos lhe comentaram a necesidade de desmentir a noticia, ao que Divaldo contestou:
- Não posso desmentir algo que eu não disse.
Com um grande sorriso e sem demonstrar no semblante o trancurso de mais de três horas de seminario, Di se despede com a oração da gratitude de Amélia Rodrigues e enche uma vez mais os corações dos que ali estávamos de alegria e felicidade, HOJE FOMOS FELIZES.
Texto e fotos: Manuel Cemyd

segunda-feira, 31 de julho de 2017

TRANSTORNOS OBSESSIVOS - DIVALDO FRANCO


Partindo-se do princípio de que o Espírito é imortal, conforme os fatos constatados através dos tempos e, especialmente, por meio das pesquisas realizadas por Allan Kardec, que resultaram na codificação do Espiritismo, a vida no Além-Túmulo transcorre em condições parecidas com aquelas da organização material. Podemos afirmar, sem qualquer dúvida, que a vida física é uma cópia imperfeita dessa espiritual de onde vimos e para onde retornamos. Cada indivíduo desencarna conduzindo os valores éticos de que se faz portador, no que resultaram os seus atributos e ações.
Os sentimentos permanecem conforme a sua constituição, porque o campo vibratório em que passa a viver é muito mais complexo do que o terreno. Tanto o amor quanto o ódio continuam-lhe nas paisagens mentais e emocionais facultando alegria ou desconcerto.
As afinidades afetivas aproximam os Espíritos um dos outros, qual ocorre no planeta. Afeições profundas auxiliam-se reciprocamente da mesma forma que as animosidades aumentam, dando lugar aos terríveis fenômenos das obsessões.
Em razão do nível moral muito primário em que se vive na atualidade, facultando a primazia das paixões primitivas, o número de pessoas atormentadas é muito grande, favorecendo que adversários desencarnados se lhes acerquem e lhes aumentem os desvios de conduta e produzam sérios transtornos de saúde.
O maior número de problemas nessa área diz respeito aos próprios enfermos que se não esforçam pela mudança de comportamento moral e mental, a fim de sintonizarem com as aspirações que dignificam e produzem saúde, comprazendo-se no pessimismo, na indiferença, no ódio e nos vícios que corrompem a existência.
Esse comportamento facilita a influência dos seres infelizes que pululam na Erraticidade, transformando-se-lhes em obsessores perversos quão insensíveis.
Jesus Cristo já lecionava o amor como sendo a solução para todos os problemas humanos. No entanto, esse sentimento sublime foi transformado nos desejos da libido indisciplinada e do egoísmo exacerbado.
As Instituições espíritas estão repletas de enfermos de todo o jaez procurando soluções mágicas para os problemas que os infelicitam. No entanto, a Doutrina Espírita oferece os recursos terapêuticos preventivos e curativos para sanar o grande mal, que é a reforma interior do indivíduo, baseada na Lei de amor, que se encontra ínsita no Evangelho de Jesus e descrita como “Fora da caridade não há salvação”.
O número, portanto, daqueles que são obsidiados é muito maior do que se pensa. Diante do quadro assustador, faze uma análise de tua conduta emocional e observa em que grau de sanidade te encontras, evitando com todo esforço o transtorno obsessivo de consequências graves.

Divaldo Franco.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 27-07-2017. Achou interessante? Passe um e-mail ou ligue para os nºs abaixo e comente, isso é muito importante para a permanência da coluna no referido jornal.
Central Telefônica: (71) 3340 - 8500 -
Redação: (71) 3340 - 8800
E-mail - opiniao@grupoatarde.com.br
WhatsApp: 99601-0020

Divaldo Franco Responde:

terça-feira, 25 de julho de 2017

COMEMORAÇÃO DOS 90 ANOS DE DIVALDO FRANCO

   




     
Vídeo na íntegra da celebração dos 90 anos de Divaldo Franco:

        


Na noite do dia 05 de maio de 2017, os amigos de Divaldo Franco se reuniram no Ginásio de Esporte da Mansão do Caminho para homenageá-lo, parabenizando-o pelo 90º aniversário. Foram mais de mil pessoas que carinhosamente reverenciaram o pacifista nascido em Feira de Santana/BA no recuado 05 de maio de 1927.

Não podendo ser diferente, o ambiente cuidadosamente preparado era festivo, estimulando a alegria. O momento artístico foi sublime. Participaram a cantora lírica Vanda Otero e Débora Limeira ao piano, seguidas pela Camerata da Universidade Federal da Bahia que abrilhantou o programa com as suas execuções ao longo do desenvolvimento. A Rede Bahia de Televisão registrou os momentos principais, inclusive entrevistando Divaldo Franco e tomando depoimentos de outros.


Registrando a data e o transcurso do aniversário, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançou um Selo Personalizado, comemorativo aos 90 anos de Divaldo Franco. O Selo Personalizado é uma importante peça filatélica comemorativa. Na ocasião foram enaltecidas as virtudes e ações empreendidas pelo homenageado, tendo dedicado à sua vida a causa humanitária.


Para a homenagem ao mensageiro da paz Divaldo Franco, foi teatralizado alguns episódios de sua vida, desde a infância, a sua companhia infantil, o índio Jaguaraçu, a paralisia que o prostrou por seis meses, os labores profissionais, o encontro com o seu inseparável e dedicado amigo Nilson de Souza Pereira, e tantos outros fatos marcantes deste inigualável homem de bem, incansável e extremamente dedicado ao seu semelhante. Vários depoimentos foram apresentados, destacando momentos referenciais. O Cristo está de volta à Terra nesse trabalho grandioso sob a orientação e estímulo de Divaldo Franco.


O homenageado, tomando a palavra, referiu-se às autoridades presentes e ao público, e para dar um significado às emoções que experimentava, narrou a história de Selma Lagerlöf (1858- 1940), escritora sueca, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 1909. É uma das escritoras suecas mais lida, com sucesso internacional. Divaldo narrou, na sua percepção, a Lenda da Dívida de Gratidão. A Lenda se refere à um encontro psíquico com seu avô desencarnado Peter Lagerlöf, narrada por ocasião em que ela recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1909, em Estocolmo.
Com a Lenda, Divaldo Franco desejou salientar que será insuficiente qualquer palavra para agradecer a paciência, a tolerância, as horas abençoadas que fruiu junto aos amigos e companheiros, sempre muito laboriosos. Como de hábito, Divaldo transferiu as homenagens à Jesus e à Allan Kardec, à Nilson de Souza Pereira e às almas gentis que lhe deram uma nova oportunidade, guardando para si a ternura, o carinho e a confiança que depositaram nele.


Não desperdiçando oportunidades, o humanista e pacifista Divaldo Franco, ensinou que o maior milagre da vida é o amor. É reconhecido e agradecido aos bons e belos momentos de labor no bem, condicionando-o a tornar-se melhor, ante a dor do próximo. Agradeceu a paz, a esperança, o ar e a água, e aos que tornaram a sua existência mais suave e alegre.


Após declamar o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo foi agraciado com mais uma placa comemorativa, agora ofertada pelos seus filhos adotivos, funcionários e auxiliares da mansão do Caminho. De pé, o público aplaudiu demoradamente, cantando o Parabéns a Você, acariciando o aniversariante com seu aplauso intenso, demorado.


Texto: Paulo Salerno

Produção e Realização: Centro Espírita Caminho da Redenção / Mansão do Caminho


Divaldo Franco Responde:


quarta-feira, 19 de julho de 2017

CARIDADE. A META - MENSAGEM DE DIVALDO FRANCO


Guarda, na mente, que a caridade em teus atos deve ser a luz que vence a sombra.
Enquanto não compreendas que a caridade é sempre a bênção maior para quem a realiza, ligando o benfeitor ao necessitado, estarás na fase primária da virtude por excelência.
Poderás repartir moedas, a mãos-cheias; todavia, se não mantiveres o sentimento da amizade em relação ao carente, não terás logrado alcançar a essência da caridade.
Repartirás tecidos e agasalhos com os desnudos; no entanto, se lhes não ofertares compreensão e afabilidade, permanecerás na filantropia.
Atenderás aos enfermos com medicação valiosa; entretanto, se não adicionares ao gesto a gentileza fraternal, estarás apenas desincumbindo-te de um mister de pequena monta.
Ofertarás o pão aos esfomeados; contudo, se os não ergueres com palavras de bondade, não alcançaste o sentido real da caridade.
Distribuirás haveres e coisas com os desafortunados do caminho; não obstante, sem o calor do teu envolvimento emocional em relação a eles, não atingiste o fulcro da virtude superior.
A caridade é algo maior do que o simples ato de dar.
Certamente, a doação de qualquer natureza sempre beneficia aquele que lhe sofre a falta. Todavia, para que a caridade seja alcançada, é necessário que o amor se faça presente, qual combustível que permite o brilho da fé, na ação beneficente.
A caridade material preenche os espaços abertos pela miséria sócio-econômica, visíveis em toda parte.
Além deles, há todo um universo de necessidades em outros indivíduos que renteiam contigo e esperam pela luz libertadora do teu gesto.
A indulgência, em relação aos ingratos e agressivos;
a compaixão, diante dos presunçosos e perversos;
a tolerância, em favor dos ofensores;
a humildade, quando desafiado ao duelo da insensatez;
a piedade, dirigida ao opressor e déspota;
a oração intercessória, pelo adversário;
a paciência enobrecida, face às provocações e à irritabilidade dos outros;
a educação, que rompe as algemas da estupidez e da maldade que se agasalham nas furnas da ignorância gerando a delinquência e a loucura...
A caridade moral é desafio para toda hora, no lar, na rua, no trabalho.
Exercendo-a, recorda também da caridade em relação a ti mesmo.
Jesus, convivendo com os homens, lecionou exemplificando todas as modalidades da caridade, permanecendo até hoje como o protótipo mais perfeito que se conhece, tornando-a a luz do gesto, que vence a sombra do mal, através da ação do amor.
Caridade, pois, eis a meta.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Psicografia de Divaldo P. Franco
Da obra: Vigilância.