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terça-feira, 16 de maio de 2017

A TEORIA DA REENCARNAÇÃO É INCOMPATÍVEL COM A CIÊNCIA?


As investigações sobre reencarnações, no meio universitário, ao que parece, tiveram no Prof. Dr. Hamendras Nat Banerjee, da Universidade de Jaipur, província de Rajastan, na Índia, o pioneiro que abriu novos caminhos às pesquisas subsequentes.

Apesar de as pesquisas nessa área, desenvolvidas por Banerjee, serem bem mais antigas, só a partir de 1954 passaram a ser melhor difundidas e consideradas nos meios universitários ou de investigação. Assim se expressou o Prof. Herculano Pires, do Instituto Paulista de Parapsicologia, 
primeira instituição científica do ramo a surgir no Brasil. A partir daquele ano, estabeleceu, o eminente indiano, uma sistemática rigorosa para documentação dos casos pesquisados.

Vários livros nos quais apresenta o resultado de seus trabalhos foram editados em inglês pela própria universidade, alcançando repercussão internacional. O número de casos que compõem o fichário de suas pesquisas já ultrapassava a 1.000, em 1974.

Uma das dificuldades naturais para que seu trabalho recebesse reconhecimento internacional esteve sempre ligada à nacionalidade indiana. Como a Índia é composta por uma população de caráter predominantemente reencarnacionista, e seu povo considerado místico, no sentido pejorativo do 
termo, ocorre, automaticamente, um preconceito científico por parte de outros grupos pertencentes a diferentes etnias.

Considerando essa situação adversa, Banerjee passou a tomar extrema cautela, por vezes excessiva, quanto às suas conclusões, quando havia oportunidade de definir a reencarnação como um fenômeno comprovado cientificamente.


Em função da tendência preconceituosa, com relação à Índia e aos indianos, sustentou sempre uma posição científica rigorosa e cautelosa, embora, em determinadas ocasiões, deixasse escapar sua tendência em, filosoficamente, admitir a reencarnação como uma hipótese lógica.


Apesar de citarmos Banerjee como pioneiro, referimonos apenas à atualidade. Não estaríamos sendo justos omitindo o trabalho vanguardeiro desenvolvido pelo Diretor do Instituto Politécnico de Paris, Cel. e Prof. Albert De Rochas, que, em 1924, lançava o livro As vidas sucessivas. Sua obra foi 
apresentada pelos editores Chacorcan Frères e Dr. J. Bjorkem, que publicaram o seu livro Hypnostika Hallucinatioverna, em Estocolmo, Suécia, em 1943.

Na Inglaterra, embora não tenha ocorrido no meio universitário, o livro This Egiptian Miracle, do Dr. F. H. Wood, provocou grande interesse, ao apresentar o caso de Rosemary, médium espontânea que falava egípcio faraônico e se recordava de uma vida longínqua. 


Ainda na Inglaterra, deveríamos citar a obra Reencarnação e Psiquiatria, escrita pelo Dr. Alexander Cânon, médico da corte britânica.
As pesquisas por hipnose, de maior vulto, tiveram como pioneiro o Dr. Albert De Rochas. A técnica utilizada por este pesquisador foi posteriormente desenvolvida na Universidade de Moscou pelo Dr. Raikov.

A expressão “Reencarnações Sugestivas” é típica dos trabalhos de Raikov, que chegou a obter conclusões muito semelhantes ao seu colega norte-americano, Professor Dr. Ian Stevenson, da Universidade de Virgínia, o qual executou, com surpreendente desenvoltura, diversos trabalhos de pesquisa.


Este professor, além de tornar-se catedrático em psiquiatria e neurologia, desenvolveu importantes estudos de parapsicologia na Faculdade de Medicina daquela universidade.


De autoria do Dr. Stevenson, o livro Twenty Cases Sugestive of Reencarnation, que foi traduzido para o português com o título correspondente a 20 Casos Sugestivos de Reencarnação, apresenta uma investigação detalhada de duas dezenas de casos escolhidos do seu arquivo universitário que, na época, já continha 600 casos. 

Posteriormente, ampliou-se para mais de 2.000 casos devidamente documentados. Banerjee e Stevenson não seguem o método de Albert De Rochas, que optou pela regressão de memória em seus 
pacientes utilizando técnicas hipnóticas. Tanto o investigador norte-americano como o indiano preferem o exame dos relatos espontâneos de lembranças de vidas anteriores reveladas por crianças.

Conforme esses dois cientistas, os casos espontâneos têm a vantagem da naturalidade, enquanto o processo de regressão de memória pela hipnose é artificial e o mais criticável pelos adversários das pesquisas que atribuem as informações às fantasias dos inconscientes.


Na realidade, os dois métodos de investigação científica, regressão de memória e recordações espontâneas, são complementares; ambos podendo oferecer resultados positivos 
na comprovação das vidas sucessivas. 
De Rochas, Banerjee e Stevenson atuaram de forma
similar ao optarem pela documentação objetiva das lembranças nos locais, meio social e familiar em que teria vivido a personalidade anterior, que agora aparece como reencarnada.

Essa documentação, resultando em conclusões positivas, é mais significativa quando o reencarnado desconhece peculiaridades do fato lembrado; por exemplo, uma criança que se recorde de uma vida anterior na Estônia, em detalhes, sem jamais ter ouvido falar desse país. 


Da mesma forma, quanto mais estranhos sejam aos familiares atuais do reencarnado 
os locais, as pessoas e os costumes de sua vida anterior, mais expressivas se tornam essas recordações.

Tanto na Universidade de Virgínia, como em Jaipur, os investigadores acrescentam técnicas modernas de comparação tipológica, seja de natureza psicológica, como biofisiológica. Banerjee e Stevenson utilizaram as chamadas fichas tipológicas comparativas nos casos de reencarnações recentes, 
especialmente em meios afins, por exemplo, mesma nação, no mesmo meio familiar ou em famílias que se achavam interligadas por vínculos de amizade. 

Nos casos (raros) de reencarnações de personalidades que deixaram registros históricos, ou mesmo na tradição popular, também foi possível efetuar a mesma técnica.


Stevenson, seguindo tentativas anteriores de Ducasse e Lodge, deu grande relevância aos padrões culturais que podem ser confrontados entre as personalidades, mesmo porque a nova vida é uma continuação natural da anterior, apesar dos reencarnados se encontrarem muitas vezes em

meios sociais diversos do seu passado.

Quando ocorrem demonstrações claras e evidentes de habilidades que o reencarnado não pode ter adquirido na vida atual e que o identificam com a personalidade anterior, são aspectos igualmente computados por Stevenson.


Nos padrões biológicos, valorizam-se sinais de nascimento e os defeitos físicos que podem correlacionar, em princípio, a personalidade atual com a personalidade anterior.

Em diversas oportunidades, há um fator ponderável que é também considerado: o aviso da reencarnação, que por analogia aos conceitos de determinadas religiões, podem ser
rotulados como uma verdadeira “anunciação”. Assim como Maria, mãe de Jesus, teve a “anunciação” do nascimento do seu Filho por um “anjo”.

As anunciações, evidentemente menos significativas que a de Jesus, porém igualmente verdadeiras, quando ocorrem no meio familiar, passam a ser mais um elemento para

investigação no caso em estudo.

Em diversos relatos, o súbito reconhecimento pelo reencarnado de locais em que vivera e de pessoas com as quais convivera, desde que seguidos de outros indícios significativos, foram fatores igualmente considerados pelos investigadores.


Simpatias ou antipatias extremamente acentuadas e sem motivos imediatos entre pessoas, desde que associados a outros dados de recordações espontâneas de vidas pretéritas, podem se constituir em novos elementos de investigação no contexto dos fenômenos apresentados pelos indivíduos

pesquisados.

No Brasil, como em inúmeros países, desenvolvem-se pesquisas bem estruturadas a respeito da reencarnação. As mais conhecidas iniciaram no IBPP – Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas. O IBPP foi dirigido e orientado pelo engenheiro Hernani Guimarães de Andrade, o qual publicou diversas monografias de casos, por ele próprio e sua equipe, detalhadamente investigados. À medida que seus casos se avolumaram, passou das monografias para as obras de maior consistência, sendo a mais expressiva, no gênero, Reencarnação no Brasil, prefaciada pelo conferencista espírita Freitas Nobre, também escritor na área dos fenômenos transcendentais.

Nessa obra, o autor relata oito casos que sugerem reencarnação. Trata-se de um trabalho expresso em linguagem acessível, de forma descritiva e, portanto, facilmente compreensível por qualquer leitor. Apesar da simplicidade, mantém absoluto rigor científico revelando um caráter de seriedade e
autenticidade marcantes.

Os casos narrados em seu livro, além de reais, estão respaldados por exuberante documentação científica coletada dos arquivos do IBPP. Embora sejam pessoas da vida real, os protagonistas foram resguardados por pseudônimos. Os oito casos são dissecados de tal forma nas quase 400 páginas que dificilmente deixam de contentar ao mais exigente leitor, desde que este não seja absolutamente refratário ao estudo e à pesquisa nessa área do conhecimento.


Hipóteses diversas são levantadas pelo autor, tais como memória genética, incorporação mediúnica, fraude deliberada, fraude inconsciente, telepatia, percepção extrassensorial, criptomnésia e outras; concluindo, então, ser a reencarnação a única hipótese que, naqueles casos, responderia a todas as

questões. 

Dr. Hernani, mantendo extremo rigor científico, elabora conclusões, como esta:

Tendo em vista todas as razões expostas na precedente discussão destes casos, somos de opinião que há evidências suficientes para serem enquadrados como fatos que sugerem reencarnação. Salvo possíveis futuras explicações mais abrangentes, a hipótese da reencarnação é a que melhor se aplica, até agora. São inúmeros os pesquisadores, tanto ligados às universidades, como outros situados além dos muros rígidos do academicismo tradicional, que investigam cientificamente a reencarnação e têm concluído de forma favorável à hipótese do renascimento.

Capítulo extraído do livro "A Reencarnação em Xeque" do autor e 
doutor homeopata Ricardo Di Bernardi.

       
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segunda-feira, 15 de maio de 2017

UMA CONEXÃO DE PAZ - DIVALDO FRANCO


Após atender aos compromissos doutrinários em Paris, enquanto aguardava o carro que o levaria ao hotel, Divaldo Pereira Franco, juntamente com alguns amigos, foi surpreendido com a aproximação de um monge tibetano, que ao avistá-lo na rua, dirigiu-se diretamente a ele, saudando-o com muito entusiasmo, no que foi correspondido. Divaldo perguntou ao monge o motivo da aproximação, este respondeu-lhe que atendia à uma voz interior que o concitava a abraçá-lo, pois é um homem de Deus. Trocaram abraços e saudações. O fato ensejou à Divaldo refletir: Vale a pena amar.
Na manhã de 12 de maio, sexta-feira, Divaldo desembarcou em Dublin, na Irlanda, enfrentando o frio e a chuva que o saudaram para mais um compromisso doutrinário nas dependências do Clayton Hotels. Com o tema: Vida, Desafios e Soluções, Divaldo explanou-o durante três horas para um público jovem de 250 pessoas.
Como normalmente faz, Divaldo embasou a temática acerca da vida, citando filósofos da antiguidade, como Sócrates e Platão, e cientistas da atualidade como o físico austríaco Fritjof Capra, (1939-), aprofundando-se na figura incomparável de Jesus, um vulto inquietador do ponto de vista religioso, filosófico e sociológico. Referindo à uma pergunta que Alan Kardec fez aos Espíritos da codificação sobre o ser mais perfeito que já estivera no planeta, obteve a mais curta resposta contida em O Livro dos Espíritos:Vede Jesus.
Afinal, questionou Divaldo, o que é a felicidade? Respondendo, esclareceu dizendo que o amor é a mais segura entre todas as filosofias para a felicidade. O bom não é ser amado, mas é amar, pois quando amamos, produzimos várias substâncias que nos dão felicidade. Devemos dar à vida um pouco de alegria, bem-viver, estar num estado de felicidade interior. Todo o impossível é possível quando nós queremos.
A Doutrina Espírita nos diz que somos aquilo que fizemos de nós, temos a vida que pensamos. Pense na infelicidade e ficará triste, pense na alegria e vencerás o mundo.
Narrando algumas vivências suas, nosso querido orador trouxe, como sempre, a Doutrina Espírita de forma simples, porém cristalina, mostrando o caminho, à nós outros, que buscamos conhecê-la. É uma doutrina de luz, que a todos concede o esclarecimento e o consolo. Embasado em sua ampla experiência e esforçando-se em trilhar os caminhos de Jesus, Divaldo Franco vem espalhando a alegria de viver, peregrinando ao longo de setenta anos, percorrendo 72 países semeando a palavra e o exemplo cristão.
Viver, concluiu Divaldo, é um desafio para todos nós, e todo desafio nos ajuda á crescer. Se nos amarmos, atingiremos a plenitude, pois Deus é amor. Sejamos felizes hoje, agora, porque o Reino de Deus está dentro do nosso coração.
Divaldo, com seu carinho e ternura, típico das almas que já possuem muitas cicatrizes invisíveis por servirem ao Cristo, foi aplaudido de pé pelo público emocionado.
Texto e fotos: Ênio Medeiros

quarta-feira, 26 de abril de 2017

DE LUCCA: “O MAIOR PASSO DA CURA É RECONHECER-SE ENFERMO”




















Seus livros já venderam mais de um milhão de exemplares e ele já realizou mais de 2.500 palestras focadas em motivação e desenvolvimento do potencial espiritual do ser humano. José Carlos De Lucca é  juiz de direito e estuda, desde muito jovem, temas ligados à espiritualidade.  No último sábado (22), na Comunhão Espírita de Brasília, ele tocou o coração de um público de quase 900 pessoas, de todas as idades, falando sobre a sabedoria do bem viver.
A palestra foi transmitida para 44 países, por meio da TV Comunhão, e foi aberta pelo presidente da Casa, Adilson Mariz de Moraes, que chamou a atenção para o grave problema dos dias atuais, em que os jovens estão tirando a própria vida e muitas pessoas estão buscando consolo na Comunhão. “José Carlos de Lucca nos fortalece nessa caminhada, como pais que somos”, frisou.

Jesus continua oferecendo a proposta de cura profunda, do corpo e da alma



























O conceito de saúde vai além da mera ausência de doença. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS),  só é possível ter saúde quando há completo bem-estar físico, mental e social. Nesse contexto, e segundo De Lucca, todos nós estamos doentes de alguma forma. “O maior passo da cura é reconhecer-se enfermo”.  Ele falou sobre os métodos terapêuticos que Jesus usou, de acordo com cada necessidade.  “A enfermidade é um processo de dentro para fora. Quando invocamos a cura do mestre Jesus, ele pede que nós vivamos o reino da justiça, da paz e do amor”.
José Carlos de Lucca chama a atenção para a abordagem do Cristo, que levantou a questão da verdadeira vontade de ser curado.  “Coisas do inconsciente muitas vezes bloqueiam a cura”, ressaltou, citando um dos milagres de Jesus, relatado nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, quando Cristo pergunta a um paralítico, em Cafarnaum, se ele quer mesmo ser curado, e diz uma de suas mais famosas frases: Levanta-te e anda!
Segundo ele, a gastrite nervosa, a pressão arterial em desequilíbrio, o câncer e tantas outras doenças são mecanismos, muitas vezes, do inconsciente. Adoecer, em alguns casos, chama a atenção de familiares e amigos, que se desdobram em cuidados e carinho ao doente. “A doença é um grito de alerta. Precisamos ser amados pela nossa exuberância, pelo que temos de bom, não pela nossa miséria”, destacou.
De Lucca lembrou a orientação do Doutor Bezerra de Menezes, que no livro Saúde do Espírito, psicografado por André Ruiz, defende o equilíbrio do corpo pela aquisição da verdadeira saúde: a do espírito. “Não podemos querer apenas a cura do corpo”, ressaltou o palestrante.

Uma questão de fé



























A fé, cuja palavra origina-se do latim fide, vem de fidelidade e confiança, e tem a ver com o modo de proceder. Confiar em Deus e olhar para dentro de nós mesmos, segundo De Lucca, é o melhor remédio para esse processo de enfrentamento. Ele chamou a atenção para o fato de que o processo de enfermidade que enfrentamos vem muitas vezes  do armazenamento de sentimentos como ódio, mágoa ou rancor. “Todo pensamento modifica nossa química corporal. Estamos contaminando nosso sangue”, alertou.
Por que e para que estamos doentes? Esse foi um dos questionamentos do orador, que citou William Sheakspeare em sua famosa frase: “Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”.
De Lucca falou sobre a declaração do Dalai Lama, ao ser questionado  sobre a sua saúde ferro: “Não como arroz de ontem”. Ele explicou que precisamos exorcizar nossos demônios para podermos ter uma vida de luz. “A vida quer arroz novo. A cura vem da renovação”, finalizou o palestrante.

Reportagem Waleska Maux. Fotos Rodrigo Ribeiro.

(Matéria publicada em 24/04 no blog "O Mensageiro" da Comunhão Espírita de Brasília)



Mais sobre José Carlos De Lucca:                                  Último Lançamento:

                            
                           

terça-feira, 25 de abril de 2017

AUTO MUTILAÇÃO - "ANALGÉSICO PARA DOR DA ALMA"


Um problema que vem aumentando na última década, e que vem assustando pais e educadores em geral.

O Cutting, ou Automutilação é sem dúvida alguma um transtorno emocional, que necessita tratamento e apoio da família.

Esse transtorno costuma surgir na adolescência e é preciso ser abordado com cuidado, para que um comportamento equivocado, que pode ser curado, não resvale em situações mais dolorosas como o suicídio.

O adolescente que prática a automutilação não quer ser descoberto pelos pais, mas se isso vier a ocorrer, é importante que a família tenha compreensão, e não agrave a situação através de reprimendas inadequadas, e reações alarmantes.

É importante compreender, que o jovem que se auto-mutila está com dificuldades emocionais em lidar com alguma frustração, ou alguma perda.
Pode parecer paradoxal e estranho, mas a mutilação é utilizada como "analgésico" para uma dor que a alma sente.


Os escândalos, ou a repreensão violenta tendem a erguer uma barreira entre os pais e o jovem que se auto-mutila, daí a necessidade de palavras acolhedoras e compreensivas.
Sem dúvida, o tratamento profissional na área da saúde mental é importante para ajudar quem enfrenta essa dificuldade.


A princípio os cortes são feitos em locais do corpo que podem ser escondidos facilmente.
E os sentimentos que deflagram esse processo podem ser: sensação de vazio, angústia, raiva de si mesmo, tristeza com ou sem motivo e até para relaxar são outros motivos apontados. 


Na dimensão espiritual, o jovem aturdido, que pratica o Cutting, é presa fácil de espíritos perturbados e vingativos, que podem incitar o aumento da tristeza, e da perda de autoestima e confiança na vida.
Processos obsessivos graves podem ser deflagrados a partir desse comportamento.


A automutilação pode ser provocada por processo endógeno, ou seja, por dificuldade do espírito encarnado em lidar com seus dramas íntimos, aquilo que ele trouxe de suas vidas passadas.


Ocorre também o processo exógeno, ou seja, a dificuldade do espírito em lidar com o meio onde vive.
A dificuldade na aceitação do seu contexto de vida.


Na maioria dos casos esse processo passa, mas devido ao crescente aumento dos transtornos emocionais nos dias atuais, é preciso que esse problema seja tratado com o cuidado necessário, de maneira holística para que o nosso jovem receba ajuda eficiente.


Presença da família, amor, compreensão e orientação espiritual adequada contribuem definitivamente para que esses dramas sejam vencidos.
Devemos tomar cuidado com o peso das nossas palavras.
Muita Paz!


Adeilson Salles


Conheça suas obras:                                                                         Mais sobre o autor:


 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

LUCINHA : A SEDUÇÃO PERIGOSA DO ÁLCOOL E DAS DROGRAS EM NOSSOS JOVENS



LUCINHA

Sou cuidadoso e evito ser alarmista em se tratando de dar notícias desse lado da vida.
Mas, nesse momento se faz necessário esclarecer de todas as formas possíveis os pais e educadores em geral, quanto a invasão perturbadora que o mundo juvenil vem sofrendo por parte das trevas.
            
A falta de diálogo, as raras horas dedicadas ao convívio com os filhos são fatores que deflagram vários processos perturbadores na mente dos nossos jovens.
            
Se os pais não têm tempo para dedicar a educação e orientação espiritual dos filhos, terão todo tempo do mundo para chorar as dores que a falta de valores acarreta.
            
A excessiva permissividade, junto com o bombardeio de convites para o prazer sem limites é porta larga para a total perda de valores éticos morais, que cabe a família semear no coração juvenil.
            
Nossas equipes socorristas se desdobram em serviço de auxílio, mas muitas vezes nossos esforços são insuficientes, devido à grande quantidade de jovens aturdidos, que estão à deriva no mundo.
            
Precisamos de reforços para esclarecer os que transitam pela vida vazios de sentido e esperança.
            
O respeito ao próximo, a valorização das famílias deve ser matéria ensinada nas conversas pater-maternais.
            
Conclamamos os pais a se unirem aos nossos esforços em uma cruzada pela educação espiritual a favor dos nossos jovens.
            
A toda hora desembarcam em nosso campo de ação centenas de garotos e garotas, que se quer imaginam, qual o sentido da vida.
            
Cresceram à revelia da própria condição espiritual, e viveram na busca da satisfação dos sentidos mais grosseiros.
            
Me emociono sempre que me deparo com jovens de grande inteligência, mas de raros predicados morais, sem o menor senso da grandeza da vida.
            
As drogas mais pesadas são “combatidas” de maneira ineficiente, e poderosas organizações humanas, em conluio com mentes desencarnadas se esforçam por manter e alimentar a situação de ignorância atual.
            
Ao mesmo tempo, o álcool em suas variadas formas é disseminado como insumo para o prazer e uma vida feliz.
            
Em todo mundo, são milhares os espíritos que deixam a Terra ainda em corpos juvenis pelas vias da droga legalizada chamada álcool.
            
Por que, as festas e baladas necessitam do álcool para serem mais divertidas?
            
Por que, é preciso se privar da lucidez para ser feliz?
            
A calamitosa situação não nos permite mais aceitar essa realidade.
            
Processos obsessivos têm no álcool a porta para sua instauração.
            
Em uma de nossas atividades de socorro conheci, Lucinha (nome fictício).
            
Essa garota de quinze anos retornou para a dimensão espiritual após a dolorosa realidade do coma alcoólico.
            
Lucinha começou a beber instigada pela mãe, que dividia o copo com a própria filha.
           
A genitora, também jovem, gostava de participar das baladas.
            
Bonita e atraente, sentia-se feliz ao ver o séquito de homens que se curvavam diante de seus atrativos físicos.
            
Lucinha, uma flor que começava a desabrochar para a vida desenvolveu-se fisicamente com rapidez, ganhando contornos de mulher com os mesmos dotes da mãe.
         
Em breve tempo, e incitada por entidades perversas, mãe e filha começaram a disputar os homens mais interessantes. E foi em uma noite, regada a bebidas de todo tipo, que a jovem flor se despetalou deixando o corpo físico.
            
São muitos os casos, são muitas as lágrimas, daí a nossa mensagem ter essa conotação extremamente grave.
            
Papai e mamãe, unamos nossos esforços para disseminar valores cristãos, a fim de que a vida dos nossos jovens tenha sentido verdadeiro, muito além do prazer temporal que o corpo oferece.
            
Até sempre...

 Luiz Sérgio
      
 Mensagem recebida pelo médium Adeilson Salles no Instituto Meninos do Caminho


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